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Pedro Rocha e Silva

A carreira deixou de ser uma escada. As empresas estão preparadas

Durante décadas, a carreira foi imaginada como uma escada: entrava-se numa organização, acumulava-se experiência, subia-se gradualmente na hierarquia e, idealmente, construía-se um percurso estável no mesmo setor, muitas vezes na mesma empresa.
Sónia Jerónimo

A solidão estratégica

Existe uma solidão específica que surge quando uma pessoa começa a mudar internamente antes de o mundo à sua volta perceber. Não é ausência de companhia. Não é isolamento físico.
Alberto Jorge Ferreira

Síndrome do impostor: quando a competência deixa de ser suficiente

No meu último artigo escrevi sobre a nova realidade da liderança global, sobre culturas diferentes, fusos horários incompatíveis e formas distintas de pensar, comunicar e decidir. Foi precisamente a refletir sobre essa distância entre contextos que percebi que existe uma outra distância, mais silenciosa, que atravessa toda a minha carreira: a distância entre aquilo que sabemos e aquilo que, nalgum momento, somos obrigados a fazer sem saber.
Carlos Sezões

A liderança segundo Robert Prevost

Quem?... poderá questionar, legitimamente, algum leitor mais distraído. Falamos de Robert Francis Prevost, eleito há pouco mais de um ano Papa, sob o nome de Leão XIV. O anúncio apanhou o mundo de surpresa, poucos imaginando que um pontífice nascido nos EUA pudesse liderar o mundo católico.

A carreira deixou de ser uma escada. As empresas estão preparadas para gerir transições?

Durante décadas, a carreira foi imaginada como uma escada: entrava-se numa organização, acumulava-se experiência, subia-se gradualmente na hierarquia e, idealmente, construía-se um percurso estável no mesmo setor, muitas vezes na mesma empresa.

Sónia Jerónimo

A solidão estratégica

Existe uma solidão específica que surge quando uma pessoa começa a mudar internamente antes de o mundo à sua volta perceber. Não é ausência de companhia. Não é isolamento físico.

Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

A sucessão empresarial não é (só) um assunto de família

Thomas Mann precisou de centenas de páginas para narrar, em Os Buddenbrook, a lenta decomposição de uma dinastia mercantil. A sabedoria popular portuguesa resolveu o mesmo problema em seis palavras: “pai rico, filho nobre, neto pobre”. Ambas as narrativas possuem uma elegância fatalista. E ambas são, talvez, convenientes em excesso.

Randy M. Ataíde, investidor e consultor

Tampas de garrafa e foguetões de reforço

Há alguns meses, sentei-me no meu café favorito em Alcácer do Sal a lutar com uma garrafa de água, cuja tampa se recusava a sair. Eu não a tinha partido,...

A Ler: Dinheiro com Propósito

Um guia prático para pensar, ganhar e gerir melhor o dinheiro. Apresenta seis passos para quem ambiciona construir uma vida financeira significativa e próspera. Do que fala Neste livro, o...

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A Ler: Como usar a IA para criar uma startup em 30 dias

Um livro dedicado a empreendedores e fundadores que querem transformar uma ideia num negócio, recorrendo à Inteligência Artificial para acelerar as diferentes etapas do processo. Do que fala Mais do

setembro, 2026

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