Warren Buffett deixou há dias a presidência do conselho de administração da Berkshire Hathaway, aos 96 anos. Contam-se os números, mas a sua carreira é também a história de quem o acompanhou. Numa altura em que a inteligência artificial tem resposta para quase tudo, vale a pena lembrar que o valor de um mentor nunca esteve nas respostas, e que nunca deixamos de precisar de um, ou vários.
Para completar os 980 cromos da caderneta do Mundial sem fazer uma única troca, seria necessário comprar, em média, cerca de 7.296. O excedente não é uma falha do sistema – é o preço de tentar fazê-lo sozinho. E talvez tenha mais a ensinar sobre pessoas, equipas e organizações do que imaginamos.
Cada vez que o mundo entra em tensão, a Europa paga a fatura. Em 2022 foi a Rússia. Agora é o Irão. E entretanto, a Europa trocou uma dependência por outra. O problema não é o fornecedor – é o modelo. E o que isso significa – falta de competitividade industrial.
Num mundo dominado por tecnologia, disrupção e incerteza, as competências humanas tornaram-se o novo diferencial: difíceis de ensinar, impossíveis de automatizar e cada vez mais valiosas.
Num mundo em aceleração, marcado por fragmentação geopolítica, tecnologia e pressão climática, 2026 não permite hesitações. A incerteza é um desafio, mas liderar será saber quando segurar as rédeas e quando avançar a galope num novo paradigma mundial.
Num mundo louco em constante mudança, o que distingue as empresas que crescem das que apenas resistem não é a sorte: é a capacidade de ler os sinais do futuro e agir com intenção no presente.
Num mundo onde a inteligência artificial responde a tudo, o verdadeiro valor está em saber perguntar. A curiosidade – e o saber fazer perguntas – não é “nice to have” ou um traço de personalidade — é uma competência essencial para crescer, liderar e inovar em qualquer setor e contexto profissional (e pessoal).
No momento da partida do Papa Francisco, muito podemos aprender para a nossa vida pessoal e profissional com alguém que soube, na sua humildade e simplicidade, construir pontes e não muros, mesmo em condições difíceis. E de pontes precisamos mais do que nunca na atualidade.
Tal como um Fórmula 1 precisa de um motor potente, transmissão ágil, painel de controlo e um chassis resistente, o sucesso na perseguição de objetivos exige Consistência, Adaptabilidade, Realismo, Resiliência e Otimismo. É preciso afinar o “CARRO” de corrida para alcançar a bandeira axadrezada das nossas metas.
Entre avanços tecnológicos, tensões geopolíticas, desafios climáticos e transformações económicas, 2025 surge como um teste à nossa capacidade de adaptação e resiliência. É tempo de arregaçar as mangas e encarar o vento da incerteza de frente – preparados para navegar por mares nunca dantes navegados?
Numa altura em que uns choram e outros celebram a saída de Ruben Amorim para um novo clube, a verdade é que não só ele parece não ser indiferente a ninguém, como todos lhe reconhecem valor. O que o distingue e que ensinamentos podemos trazer para a liderança de equipas na nossa vida pessoal e profissional?
A leitura não é apenas um passatempo; é uma ferramenta poderosa para o crescimento pessoal e profissional. Pegando na frase de George R.R. Martin, “um leitor vive mil vidas antes de morrer. O homem que nunca lê vive apenas uma”. Não devíamos ler mais?
