Durante décadas, liderar empresas significava essencialmente gerir mercados relativamente estáveis, cadeias de abastecimento previsíveis e ciclos económicos que, embora com crises, mantinham alguma regularidade. Hoje, esse mundo já não existe.
Num mundo digital e global, a empatia deixou de ser um traço emocional para se tornar uma vantagem estratégica. Ser sensível é ver mais longe, é perceber o que os dados não mostram.
Vivemos num tempo em que a ciência e a tecnologia deixaram de ser apenas instrumentos de progresso económico: são agora pilares da própria coesão social.
Vivemos um momento de inflexão histórica em que o avanço da inteligência artificial, da robótica e da automação está a remodelar radicalmente a forma como trabalhamos, produzimos e nos relacionamos.
