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Investimentos

Foto: Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

Contratar talento é só o princípio

Quando alguém está insatisfeito com uma organização, pode sair ou tentar mudar as coisas por dentro. Albert Hirschman explorou esta escolha em Exit, Voice, and Loyalty, publicado em 1970. A ideia ajuda a olhar de outra forma para a gestão do talento: antes de perder uma pessoa, uma empresa pode perder a sua vontade de contribuir.
Foto: Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

A sucessão empresarial não é (só) um assunto de família

Thomas Mann precisou de centenas de páginas para narrar, em Os Buddenbrook, a lenta decomposição de uma dinastia mercantil. A sabedoria popular portuguesa resolveu o mesmo problema em seis palavras: “pai rico, filho nobre, neto pobre”. Ambas as narrativas possuem uma elegância fatalista. E ambas são, talvez, convenientes em excesso.
Foto: Randy M. Ataíde, investidor e consultor

Tampas de garrafa e foguetões de reforço

Há alguns meses, sentei-me no meu café favorito em Alcácer do Sal a lutar com uma garrafa de água, cuja tampa se recusava a sair. Eu não a tinha partido, mas sabia por experiência própria que foi desenhada assim.

Entrevista/ “Mais do que um fundo focado em mulheres, somos um fundo focado em identificar valor onde o mercado ainda não o reconheceu plenamente”

"Não investimos porque uma fundadora é mulher. Investimos quando encontramos equipas extraordinárias, modelos de negócio robustos e potencial de crescimento sustentável", asseguram Sílvia Mota e Ana Sá Ribeiro, fundadoras do Moon Capital. Avançam que 80% do capital será alocado a empresas em fase de growth e 20% a investimentos venture capital altamente seletivos.
Foto: Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

Quando os números mudam, muda a realidade?

Costuma dizer-se que existem três espécies de mentiras: as mentiras, as mentiras sagradas e as estatísticas. A frase atravessou gerações não porque as estatísticas mintam, mas porque existe uma tentação antiga, e profundamente humana, de lhes atribuir uma autoridade que nunca podem ter por inteiro.
Foto: António Lucena de Faria

IA – E agora, o que fazer?

Toda a gente fala de Inteligência Artificial. Nas conferências, nos jornais, na televisão, nas conversas de corredor. A maioria dos gestores já percebeu que se trata de algo importante, talvez do mais importante das últimas décadas. O problema é o que vem a seguir.
Foto: Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

A armadilha da pequena dimensão

Há uma pergunta que se impõe com crescente frequência quando se observa a evolução do tecido empresarial: durante quanto tempo pode uma organização continuar competitiva quando a sua dimensão já não acompanha a sofisticação, a velocidade e a intensidade de capital exigidas pelo mercado?