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Investimentos

Foto: António Lucena de Faria

IA – E agora, o que fazer?

Toda a gente fala de Inteligência Artificial. Nas conferências, nos jornais, na televisão, nas conversas de corredor. A maioria dos gestores já percebeu que se trata de algo importante, talvez do mais importante das últimas décadas. O problema é o que vem a seguir.
Foto: Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

A armadilha da pequena dimensão

Há uma pergunta que se impõe com crescente frequência quando se observa a evolução do tecido empresarial: durante quanto tempo pode uma organização continuar competitiva quando a sua dimensão já não acompanha a sofisticação, a velocidade e a intensidade de capital exigidas pelo mercado?
Foto: Filipe Bergaña, fundador da Audaz Capital

Vender não é desistir

Quando não há sucessor, a venda pode ser a forma mais responsável de proteger o legado. O fundador fechou a porta da sala antes de falar. Tinha setenta anos, uma empresa que dava lucro, clientes fiéis e uma equipa que o tratava pelo primeiro nome.
Foto: Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

A economia da incerteza persistente

Durante décadas, empresas, investidores e decisores públicos habituaram-se a interpretar a economia através da lógica dos ciclos. Expansão, desaceleração, recessão e recuperação sucediam-se com relativa previsibilidade, permitindo estruturar investimento, calibrar risco e antecipar tendências.
Foto: Pedro Mesquita, partner da Mindset Ventures

Navegando na exuberância do mercado de IA: um framework de investimento disciplinado que cria valor

A rápida ascensão da inteligência artificial reacendeu o debate sobre uma possível bolha especulativa. Embora haja sinais claros de exuberância — valuations elevados, crescimento de receita sem precedentes e investimentos massivos em infraestrutura —, não acreditamos que o cenário atual represente uma bolha sistémica de IA comparável à era pontocom.
Foto: Fernando Fraga, Country Manager da JTA Investment Holding

Entrevista/ “Portugal tem projetos com ambição suficiente para atrair capital de grande escala”

"Não queremos um lugar na gestão nem impor estratégias. Chegamos com capital, com uma rede global presente em mais de 50 países e com a convicção de que as empresas crescem melhor quando os fundadores e gestores têm espaço para liderar". A explicação é de Fernando Fraga que recentemente assumiu o cargo de Country Manager da JTA Investment Holding.

“Fundraiser”: qual o momento certo para o envolver?

Sejamos honestos: a menos que sejas uma das raras start-ups que consegue captar a atenção do capital de risco logo na fase seed, a maioria terá de apresentar o projeto diretamente a business angels individuais ou a redes de business angels e apresentar o seu caso pessoalmente.