O protocolo em Portugal está vivo e de boa saúde, não é uma velharia obsoleta e inútil, uma relíquia do passado, um conjunto de formalidades e rituais anacrónicos.
No final do século passado trabalhar na área do protocolo não exigia conhecimentos informáticos. A primeira vez que fui convidada para fazer uma conferência no Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 1999, não lembraria a ninguém enviar convites por correio eletrónico.
Em Portugal existem excelentes empresas de organizadores de eventos, com capacidade para criar eventos espetaculares e memoráveis em que o protocolo sendo invisível é o ingrediente secreto que contribui para o seu sucesso.
Em tempos de paz, o protocolo em cimeiras internacionais assume um papel crucial na manutenção da ordem, na facilitação da comunicação e na promoção de um ambiente propício à negociação e à busca de soluções diplomáticas.
Anfitrião, rei de Tebas, filho de Alceu, rei de Tirinto, marido de Alcmena e pai de Ificles, é uma das estrelas da mitologia grega, cuja história é longa e difícil de contar. Morto numa batalha contra Ergino, rei de Orcomeno, Anfitrião é hoje, segundo os dicionários (em português, espanhol e francês, pelo menos) utilizado para designar o "dono da casa" ou como "aquele que oferece um banquete ou uma festa ou que arca com as despesas inerentes".
Na última crónica do Link to Leaders falei na necessidade de existir um Manual de Protocolo Interno próprio para cada empresa ou instituição. Existem em Portugal muitos e bons profissionais com conhecimentos para elaborar este documento que uniformiza os procedimentos a ter dentro e fora da empresa com o objetivo de projetar sempre uma imagem positiva.
Em tempos, ajudei a elaborar um manual de protocolo para a uma Ordem Profissional que abordava o universo específico desse tipo de instituição, com cerimónias muito especiais.
Quando em 1997 publiquei “Imagem e Sucesso - Guia de protocolo para empresas”, a minha intenção era que o livro fosse útil e interessante para quem nas empresas se ocupava das questões do ordenamento e da organização de eventos. O livro teve até hoje nove edições sempre atualizadas. Ou, como se costuma dizer, revistas e melhoradas.[1]
A crescente importância que se atribui ao atendimento, nas empresas como nos eventos, não corresponde apenas à necessidade de afirmar, com clareza, uma boa imagem institucional. Traduz também uma exigência cada vez mais premente de garantir a eficiência e a qualidade dos serviços prestados por quem representa a empresa.
Quando falamos de “soft skills” em comparação com as “hard skills” estamos a falar das competências relacionadas com o comportamento, a atitude e a personalidade de um gestor, que vão muito além das competências científicas e técnicas que aprendeu no meio académico.
Antigamente, viajar de avião não era para todos e as pessoas vestiam-se como no seu dia a dia social ou profissional quando podiam viajar.
Graças às inovações tecnológicas das últimas décadas, a comunicação intercultural, ou seja, a comunicação entre membros de culturas diferentes aumentou de forma impressionante.
