Vivemos na era da informação, onde a vida é em écrans e a imagem oculta a verdade. Inevitavelmente surgiria uma conjuntura exclusivamente determinada pelos níveis de audiência.
Empresas e Start-Ups
"Ao longo dos anos, fomos capazes de nos reinventar constantemente: começámos na fotografia e evoluímos para os equipamentos de escritório, tornámo-nos especialistas em managed print services e demos um passo decisivo na área da robótica e da inteligência artificial", afirma Ana Cantinho, diretora-geral da Beltrão Coelho, no ano em que a empresa celebra 78 anos de atividade.
Em 2026, muitas empresas portuguesas não vão perder margem por venderem pouco, mas por comprarem tarde, às cegas e sem controlo.
São várias as discussões recentes sobre smart contracts, blockchain, tecnologia de registo distribuído (DLT), decentralized autonomous organizations (DAO), criptomoedas, tokens, non-fungible tokens (NFT) e outros termos conexos.
Nos bastidores da saúde digital, um novo elenco de protagonistas emergiu com força: as Big Techs. Empresas como OpenAI, Anthropic, Google e Amazon deixaram claro que não querem ficar de fora do “El Dorado” da tecnologia em saúde.
A tensão no estreito de Ormuz traz novamente ao mundo uma verdade antiga: basta um estrangulamento na energia para toda a economia tremer.
"Os problemas do país não podem ser vistos de forma isolada. Há questões em que a economia se cruza com a saúde, com a justiça, com a administração pública e com muitos outros domínios". A análise é de António Mendonça, Bastonário da Ordem dos Economistas, em entrevista exclusiva ao Link to Leaders a três dias do 11.º Congresso Nacional dos Economistas.
Portugal chega a 2026 com uma realidade indesmentível: as PME são a espinha dorsal da sua economia. Em 2022, existiam 1 452 225 PME ativas, responsáveis por 77,4% do emprego e 68,3% do valor acrescentado nacional, segundo dados da Comissão Europeia citados pela InvoiceXpress.
Um bloqueio estrutural e crónico ao crescimento das empresas portuguesas. Trago para o debate o capital das empresas e, em particular, o papel do mercado de capitais.
Há uma empresa algures no interior de Portugal. Fundador com 67 anos. Sem filhos na empresa. EBITDA sólido, carteira de clientes estável, margem acima da média setorial. Toda a gente no setor sabia que o senhor queria sair. O processo nunca chegou a acontecer.
"A transformação exige mudança organizacional. Não basta implementar tecnologia, é necessário alinhar equipas, desenvolver competências e criar uma cultura que permita evoluir de forma contínua. No fundo, as empresas que vão conseguir destacar-se não são as que adotam mais tecnologia, mas as que conseguem executá-la melhor", afirma Nuno Figueiredo, Partner e Managing Director da valantic.
As organizações investem cada vez mais na avaliação de talento. No entanto, apesar da crescente sofisticação dos instrumentos utilizados, muitas decisões continuam a revelar inconsistência, enviesamento e limitada capacidade preditiva.












