Isto é a resposta que os habitantes de muitas das cidades deste país ouvem quando querem comprar um bilhete. Não, não é para a ópera, nem para um concerto de rock ou de rapp, nem para o futebol! Porque esses todos têm bilheteiras. É para comprar um bilhete de autocarro!
Empresas e Start-Ups
A nossa Storytelling começa com a caracterização da protagonista, de seu nome Catarina, estudante universitária em final de curso de Engenharia Eletrotécnica, com elevadas classificações, filha de família de elevado estatuto social, em que a Medicina e o Direito eram os destinos da maior parte dos membros, o que desde cedo lhe fez sentir a necessidade de procurar outros caminhos fora da “zona de conforto” dos seus maiores, buscando um caminho a solo, independente, capaz de satisfazer os seus desejos e ambições.
A ainda designada “Função RH” tem vindo com os tempos, e as circunstâncias, a tornar-se uma área cada vez mais valorizada e prestigiada nas organizações, com uma tendência assinalável para finalmente cumprir os vaticínios (e os desejos) que os profissionais vêm fazendo desde há bastante tempo: a de se tornar uma função cada vez mais relevante e com uma legitimidade inquestionável para ter um “lugar à mesa” da gestão estratégica das organizações.
Mudar, mudar, mudar! Digital, digital, digital! Todos os dias se ouvem estas palavras dentro e fora da nossa empresa. E todos os dias muitos se perguntam: Mudar para onde e para quê? Digital já faço, o que é que tenho de fazer mais? Mudar para digital, mas o quê e como?
Tenho consciência que ao lerem o título muitos de vocês terão ponderado não ler mais um artigo sobre os prós e contras do trabalho remoto, eu próprio equacionei bastante escrever sobre o tema, mas vou tentar uma abordagem diferente, opinativa e sobretudo pessoal.
"A tecnologia é uma componente fundamental do processo de transição energética que ambicionamos", afirmou o presidente da ACEMEL ao Link To Leaders. Ricardo Nunes lembra que a transição energética está no topo da agenda e que é "um objetivo em que temos de ser bem-sucedidos se queremos ter um futuro sustentável neste planeta".
Existe uma realidade social e profissional lá fora, nem sempre visível ou percetível, mas que importa ver e conhecer, para que possa ser compreendida e valorizada e, porque não, progressivamente mudada. Porque toda a gente tem o direito de viver, não apenas de sobreviver.
Escrever sobre a coragem de ser suficiente é desafiador. Ser suficiente é ser “imperfeito”. Ninguém quer ser “imperfeito” e muito menos ter a coragem de o ser e de o entender. A verdade é que tem muito impacto na nossa vida e como desfrutamos dela.
Há pouco mais de um ano, as organizações viram-se obrigadas a repensar os seus negócios e a criar soluções inovadoras de forma a conseguirem dar resposta às exigências do mercado e à “nova realidade organizacional” que se instaurou.
Quantas foram as vezes que ouvimos na nossa infância “tens mais olhos que barriga”? E quantas são as vezes que, ainda hoje, repetimos aos nossos filhos? Muitas. Demasiadas. Como se ouvíssemos e repetíssemos uma vida inteira, sem qualquer efeito.
A gestão de uma organização é hoje um desafio enorme. A mudança é a única constante e sua velocidade tende a aumentar.
"A nossa solução poderá transformar todos os alimentos em biológicos, e ainda manter o benefício do agrotóxico na produção agrícola". A afirmação é de Charles Duvoisin, investigador do Safe Food Tech, que explica ao Link Leaders o que o seu projeto pode fazer para tornar os alimentos livres de toxicidade disponíveis para a sociedade.












