Começo o ano com um tema que toca a todos os que gerem pessoas e aos que são geridos –o líder deve ou não mostrar a sua vulnerabilidade? Mostrar não é o mesmo que Ser. Indiscutivelmente, qualquer ser humano é vulnerável.
Empresas e Start-Ups
Desde os primórdios da humanidade, a evolução do ser humano tem sido marcada pela adaptação às suas condições e pela inovação. Do Australopiteco, que caminhava sobre duas pernas há cerca de quatro milhões de anos, ao Homo Sapiens, que desenvolveu a linguagem e a capacidade de raciocínio complexo, cada passo na escala evolutiva trouxe transformações significativas.
"A Porto Tech Hub continuará a contribuir de forma decisiva para a consolidação do Porto como um hub tecnológico de referência global", assegura o seu presidente Luís Silva.
Cada vez mais tenho a sensação que o tempo voa. 2024, então, foi demais, ainda ontem era janeiro 2024 e já estamos em janeiro 2025. Nestas últimas semanas, meses esta sensação tem-se tornado demasiado notória!
A origem do título é alusiva à célebre frase de Daniel Kahneman: "O eu que vive e o eu que recorda", mas venho colocá-la aqui ao serviço da gestão e do marketing. Kahneman, Prémio Nobel, introduziu esta ideia no contexto da psicologia do bem-estar e da tomada de decisão.
Existe uma contradição curiosa no mundo empresarial hodierno: quanto mais se fala de autonomia, menos autonomia parece existir. Quanto mais se proclama querer pessoas maduras e responsáveis, mais infantis se tornam as práticas de gestão e os rituais corporativos.
Rapidez no pensamento, na ação e na avaliação. E, depois, na correção. Tal como está a envolvente não podemos senão querer ter líderes rápidos. Muito rápidos mesmo.
Os clientes não separam o marketing do produto, porque eles representam o produto. Não separam o físico do online, porque o que lhe importa é avaliar a experiência.
Atualmente tende a desvalorizar-se a importância das lideranças nas organizações, porque na verdade existem estruturas de apoio, clientes e logística e, portanto, TODOS, tem um pouco de líderes, ou treinadores, como é o caso no futebol.
O ano de 2024 ficou marcado por profundas mudanças políticas, económicas e sociais. O mundo está cada vez mais incerto e emergem novas tensões que podem colocar em causa a paz mundial.
Entrevista/ “Nos nossos espaços o cliente só tem que se preocupar com o seu negócio e com o crescimento do mesmo”
"Acredito que cada vez mais as grandes empresas terão sedes mais pequenas e que tentarão criar pequenos polos espalhados pelas cidades, que sejam mais perto das áreas de residência dos seus colaboradores", afirma Martim de Botton, CEO do LACS, em entrevista ao Link to Leaders.
“O nosso maior trunfo na campanha foi o earned media e isso não custa muito". Esta declaração de Donald Trump pode fazer levantar as sobrancelhas, mas sublinha uma verdade importante que muitos ignoram: o valor estratégico do earned media.












