Desde a sua fundação, a Fundação Repsol já avaliou 2700 start-ups acelerou 48 e registou 128 patentes. Gloria Vidal Torrado, gestora de Empreendimento na Fundação Repsol, explicou ao Link To Leaders o papel da Fundação na dinamização do ecossistema empreendedor no setor energético.
Empresas e Start-Ups
Há uma coisa que todos os livros de auto-ajuda tem em comum e que é mentira. Cada livro que nos quer ensinar a ser melhores líderes, melhores empreendedores, melhores colaboradores e até melhores pessoas tem um conjunto de receitas muito diferente.
Este mês lançámos o desafio ao Nonagon – Parque de Ciência e Tecnologia de São Miguel de eleger a start-up do mês. A eleita foi a Cereal Games, uma start-up açoriana, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de jogos, com particular foco na Investigação e Desenvolvimento de Serious Games. O seu portefólio inclui jogos para PC e dispositivos móveis.
Numa dessas viagens longas ao Médio Oriente que tenho vindo a fazer nos últimos anos, tive uma escala demorada em Frankfurt que me levou a passar pela livraria do aeroporto. Nas visitas a este tipo de lojas no aeroporto acabo sempre por escolher temas relacionados com Gestão, Medicina ou Psicologia. Raramente me deixo tentar por romances em inglês, prefiro ler este género de livros em português ou em espanhol. Deve ser um bias cultural.
O cinema tem sido uma espécie de profeta das novas tecnologias e há muito que Hollywood nos habituou a misturar ficção e realidade e a introduzir tecnologias futuristas nas suas cenas. Hoje, até já existem empresas a contratar realizadores e produtores cinematográficos para projetar o que será o futuro das suas operações e o que os clientes podem esperar que a tecnologia faça por eles.
A nova Entrepreneur in Residence na Startup Lisboa, a francesa Valerie Konde, vai apoiar as start-ups ali instaladas. É a primeira mulher a assumir esta missão e ao Link To Leaders falou das suas expetativas para este novo desafio.
A primeira vez que ouvi aquele texto foi pela voz do diretor criativo. Estava sentado do outro lado da mesa de reunião. A sala tinha pouca luz. Revirou umas folhas e, sem introdução, começou a ler. O texto tinha frases curtas, mas marcantes. Com a sua voz, pausada e grave.
A ascensão da organização baseada em equipas teve um impacto profundo no papel do gestor, exigindo-lhe que seja não apenas um supervisor de trabalho, mas também um líder de equipas.
Muito tem sido escrito sobre a dinâmica associada às alterações de contexto e à necessidade de repensar (refundar?) a forma como o conhecimento pode e deve ser transmitido. Em qualquer tipo de instituição. Em qualquer fase do desenvolvimento do ser humano. Conjunturas que evoluem alicerçadas em iniciativas de forte cariz inovador reforçam a exigência de capacidade de adaptação e de flexibilidade requeridas ao sucesso e à sustentabilidade de qualquer nação e de qualquer projeto.
Falamos muito e em várias perspetivas sobre o futuro, conquistas espaciais, globalização, revoluções, transformações digitais, diversidade e inclusão, sustentabilidade ambiental, empresarial…, enfim, um conjunto de vários caminhos e necessidades de adaptação, sempre.
Recentemente conversava com duas colegas sobre uma experiência de aprendizagem que uma delas tinha conduzido para um grupo de pessoas de um cliente nosso. Perguntara-lhe como tinha corrido. A sua resposta fez despontar a tal conversa. Procurávamos entender e definir o que tornaria as nossas experiências de aprendizagem diferentes de tantas outras. Como tínhamos chegado a estes modelo e estilo?
Todos nós temos pelo menos uma marca da qual somos realmente fãs. Seja no mercado da moda, da alimentação, produtos para casa, como também daquelas aplicações das quais estamos sempre a referenciar aos colegas de trabalho, amigos e família.












