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Empresas e Start-Ups

Sobre o tempo: escassez e rapidez

Como em todas as eras, as evoluções tecnológicas que foram surgindo continham promessas de poupança, de recompensa e até de libertação. Os seres humanos seriam (serão?) os principais beneficiários da sua inventividade e do seu engenho.

Entrevista/ “Portugal é um país impecável, mas ainda não é o mais fácil para fazer negócios”

Ajudar start-ups a instalarem-se em Portugal e a formar equipas, agilizando os processos logísticos e burocráticos associados, é o core business da Lisbon Tech Guide, empresa que teve como primeiro cliente em Portugal a Oto Systems. Sebastião Queiroz e Mello, fundador e CEO, explica ao Link To Leaders como começou e em que consiste o projeto.

5G e FTTH: o valor da convergência

O 5G está na ordem do dia e todos os estudos apontam para um facto ao qual não será possível escapar: não haverá 5G sem fibra. Entre as crescentes conversas sobre o 5G e as oportunidades que a distribuição oferecerá, também é crucial observar que o 5G será tão poderoso quanto as redes de fibra que o servem.

Entrevista/ “As empresas não devem confundir atividade com produtividade”

Jack Korsten possui uma vasta experiência nas áreas de senior management, formação, coaching e consultoria, tendo trabalhado em mais de 25 países junto de empresas como a L’Oreal, a WWF, a Endemol e a Fidelidade. Em entrevista ao Link To Leaders, Korsten fala da importância do crescimento acelerado nos negócios e de empresas, como a 3M – mundialmente famosa pelos blocos post-it – e a Google, que se concentram com sucesso em iniciativas de crescimento focadas na sustentabilidade.

Os robots podem receber medalhas?

Enquanto profissionais, fomos sempre habituados a avaliar e a avaliarem o nosso trabalho. Somos melhores profissionais quanto mais conseguimos dominar os processos de negócio, produzir resultados positivos repetidamente e criar confiança na entrega destes. Ou seja, no nosso mundo, os melhores profissionais são os que mais previsivelmente e eficientemente entregam resultados. Admitamos, o paradigma do sucesso profissional valoriza-nos quanto mais próximos estamos dum robot, no que toca à previsibilidade e eficiência, certo?

Empresas inteligentes vão liderar na disrupção promovendo o potencial humano

Ao prosseguirem um duplo objetivo (dual bottom line), ou seja, ao atribuírem valor equivalente aos resultados financeiros e ao desenvolvimento humano, as empresas otimizam a sua capacidade para liderarem em tempos pouco lineares, onde o futuro está constantemente a ser moldado e numa base diária.

Entrevista/ “Não podemos permitir que a tecnologia apague o lado humano da medicina”

"O Hospital do Futuro irá depender cada vez mais da inteligência artificial e das tecnologias digitais". Esta é a visão de Margarida Lobo Antunes, que assumiu recentemente o cargo de diretora clínica do Hospital Lusíadas Lisboa. Em entrevista ao Link To Leaders, a pediatra fala dos desafios da sua nova função e do impacto das tecnologias no setor da saúde.

Todos queremos um muro

Em junho de 2011 a Google lançava a sua nova tentativa de entrar no mundo das redes sociais e enfrentar o Facebook com o Google+. A mais forte característica era os “círculos”, uma forma que cada um tinha de delimitar em círculos de amigos o que era possível ver. Durante quase uma década a rede lutou, mas foi ao Facebook que todos continuaram a aderir. Mas o insight estava correto. Talvez aplicado cedo demais, ou na forma menos própria, mas poder criar limites e muros está hoje a moldar o futuro das redes 2.0

Será que a liderança deve ser pessoal?

Para mim a liderança é pessoal, mas não sei se devia ser assim. A liderança é pessoal quando a nossa principal missão enquanto líderes é desenvolver as pessoas que estão sob a nossa responsabilidade. A liderança é pessoal quando desafiamos constantemente as pessoas que lideramos, mesmo quando isso não interessa à empresa onde trabalhamos.

Entrevista/ “Too little, too late” ou o mundo dos negócios está mesmo a mudar?

Quando em 2018 Larry Fink (CEO da BlackRock, o maior fundo de investimento do mundo) enviou uma carta intitulada “A Sense of Purpose” a todos os CEO das empresas nas quais a BlackRock investe, o mundo dos negócios começou a perceber que algo de muito forte teria de mudar no que se refere ao papel das empresas na sociedade.