Se ficou sem emprego ou decidiu lançar-se por conta própria é importante descobrir o que torna a sua marca única. Existem muitos livros para o ajudar, mas creio que também pode ser útil ouvir os conselhos de quem passou pela mesma experiência.
Empresas e Start-Ups
Este mês lançámos o desafio ao ENTER, programa que se insere numa estratégia global de inovação aberta da Altice, de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Infinite Foundry, que apresenta uma solução que consiste em reproduzir uma réplica da planta digital 3D da instalação industrial para monitorizar em tempo real o processo de produção e melhorar a eficiência operacional.
O Governo apresentou à Comissão Europeia a sua proposta para um Plano de Recuperação e Resiliência. O objetivo é permitir que Portugal aceda à “bazuca” de quase 13 mil milhões de euros, previstos pelo Mecanismo europeu criado para fazer face à crise gerada pela pandemia de Covid-19.
"Assumimos muitas vezes que somos uma subcontratação de 'chatices e problemas', libertando os nossos clientes desse processo diário". A frase é de João Heleno, partner da WeTask, uma start-up de base tecnológica com ferramentas para ajudar a desburocratizar os processos de subcontratação das empresas. “Vender tempo” aos clientes é o seu lema.
Quando falamos em fazer algo novo, aquilo que muitas vezes se sublinha é o medo do fracasso. Nessa sequência muitas questões que nos colocamos são: "Será que devo arriscar?";"E se não correr bem?"; "Será que tenho as competências suficientes para conseguir fazer isto?"; "Será que devo deixar uma carreira estável e correr para o incerto?"; "Será que devo dar a minha opinião?".
As formas e mecanismos utilizados para lidar com o abuso do exercício do poder por parte dos líderes é um fenómeno importante no quadro da liderança mas que, curiosamente, tem sido pouco estudado. Falamos daquilo que os liderados podem fazer (e têm feito) para prevenir ou ultrapassar o abuso do poder pelos líderes.
Entrevista/ “Pretendemos apostar mais nos mercados europeus”
Criada há cerca de cinco anos, a IDentPrint mantém o foco na inovação, na tecnologia e na transformação digital. Em entrevista ao Link To Leaders, João Rodrigues, cofundador da empresa e business developer, reafirmou a intenção de consolidar a IDentPrint como uma referência em projetos para logística e produção.
Dado o contexto pode estar neste preciso momento a ler este parágrafo tentando perceber se este humilde trecho de texto falará de Covid. Mas não. Não fala. Nem tão pouco tem contextualização ao que se passa hoje, nestes dias.
“Se tens os heróis certos na vida, estás 90% no caminho certo”. Estas foram palavras de Warren Buffett ao referir-se a Chuck Feeney, o cofounder do Grupo Duty Free Shoppers e o fundador do The Atlantic Philanthropies, uma das maiores fundações de caridade privadas do mundo.
Tenho vindo a partilhar alguns artigos sobre a importância de dar e receber feedback, e como este pode ajudar a crescer, aprender e melhorar o nosso desempenho. Afinal, como sabemos se estamos a fazer bem? Dentro das metas que nos foram propostas, ou as que nos propusemos? Como sabemos, que o nosso desempenho ou atuação impacta positivamente os outros (ou não)?
Há uns dias ouvia um episódio de um podcast que tipicamente se dedica à criatividade. O convidado desse episódio é um conhecido “evangelista” no Vale do Silício que explicava, com uma forma “muito americana”, como nos devemos apresentar e compor o nosso espaço quando estamos a comunicar via videoconferência.
Ver e viver (n)o Mundo de forma dicotómica. Sim ou não? Branco ou preto? Esquerda ou direita? Trabalho ou lazer? Pessoal ou profissional? A minha ou a tua equipa? Do meu ou do teu lado? A meu favor ou contra mim… enfim, estas são algumas das dualidades proporcionadas pela nossa existência humana. Mas será suficiente explorarmos apenas dois cenários? Termos apenas duas alternativas disponíveis?












