A Elio Tecnologia instalou-se em Évora e prepara-se para "revolucionar" o setor agrícola e florestal nacional com as suas soluções de robótica. O projeto, que resulta de uma joint-venture com o CEiiA, é estratégico para a Elio quer pelo mercado português, quer como porta de entrada para o mercado europeu, como explicou ao Link To Leaders, Rui Pedro Ribeiro, CEO da empresa.
Empresas e Start-Ups
“A confiança delegada nos colaboradores em teletrabalho desenvolve emocionalmente capacidades internas de êxito, criatividade e desenvoltura por parte destes”, afirma Paulo Bernardo, CEO da Wingsfeel, em entrevista ao Link To Leaders, defendendo que “as lideranças evoluíram para um campo de liderança consciente”.
Tipicamente chamamos de vale da morte à fase inicial de uma start-up, que se caracteriza pelo período difícil que uma start-up passa entre a fase de problem-solution fit, (i.e resolvemos um problema real), e de product-market fit (i.e. temos clientes que estão dispostos a pagar), e a fase de escala, que acontece quando se consegue encontrar um modelo acelerado de crescimento sustentável.
Ao longo da História a maioria das filiações religiosas estiveram associadas a diversas conceções e interpretações do mundo, a atitudes na vida e na sociedade por parte do ser humano.
Alguns lembram-se certamente de uma série inglesa passada numa casa londrina em que se cruzavam, escada a baixo e escada acima, os proprietários (a família Bellamy, abastada e cheia de pergaminhos) e os empregados (mordomo, cozinheira, motorista, criadas de copa, de limpezas, de quartos…).
“Os enfermeiros devem estar envolvidos na definição de problemas, na conceção de soluções e na implementação de processos de inovação ou em novas tecnologias. Têm uma compreensão profunda dos fluxos de trabalho, da dinâmica do paciente e da continuidade dos cuidados, e sabem onde estão as lacunas”. É desta forma que a norte-americana Bonnie Clipper, reconhecida especialista internacional em inovação de enfermagem, analisa o papel deste setor da saúde em entrevista ao Link To Leaders.
O desafio que estamos todos a viver parece impor-nos a necessidade de reinvenção! Embarcámos num processo de transformação que ultrapassa as empresas e a sociedade, e a esta distância até nós próprios. Nunca a tecnologia esteve tão presente nas nossas vidas, e nunca estivemos tão dependentes dela, inclusivamente para “viver” com alguma “normalidade”.
As recentes medidas de combate à segunda vaga da pandemia não deixarão de constituir um travão adicional à atividade, por um período que ainda não é possível determinar, sobretudo nos setores mais expostos aos seus efeitos: comércio, restauração e alojamento e cultura. Acresce que, com muitos países europeus a regressar a situações de confinamento, as exportações de mercadorias, que estavam a recuperar razoavelmente, contribuindo para a retoma, irão certamente ressentir-se.
Foi constituída há 15 anos e desenvolve tecnologias digitais para bancos e credit unions. Passou de cinco funcionários a mais de 500, de um escritório no Porto a seis centros de desenvolvimento em Portugal. Em 2020, nem a pandemia deteve a ITSector. Falámos com Renato Oliveira, CEO da fintech, sobre os desafios dos últimos meses e os planos para o futuro.
A enfâse na marca Portugal, o apoio ao investimento da Diáspora, a importância de conservar a capacidade instalada para o pós-pandemia, a diversificação de mercados de exportação e um novo programa para ligar start-ups portuguesas a Silicon Valley foram alguns dos temas que Eurico Brilhante Dias, secretário de Estado da Internacionalização, abordou em entrevista ao Link To Leaders.
Quem bem me conhece, sabe o quanto gosto de usar a metáfora do “copo meio cheio, copo meio vazio”. Em todas as dimensões da nossa vida, seja, pessoal, familiar ou profissional. A nossa vida, não é feita sempre de coisas boas ou agradáveis. Nem sempre fazemos o que gostamos ou sentimos propósito. Temos de lidar com pessoas que não apreciamos, dificuldades inesperadas ou obstáculos surpresa.
Porque é que se fala tanto de sustentabilidade? Como é que a responsabilidade social das empresas permite proporcionar a sustentabilidade aos respetivos negócios? Como operacionalizá-lo?












