Será que não temos tempo ou não queremos ter tempo? Será que é o tempo que manda em nós? Não é suposto ser ao contrário?
Empresas e Start-Ups
A pandemia de Covid-19 provocou um enorme impacto social e económico, atingindo tanto as economias desenvolvidas como aquelas com mais dificuldades estruturais. Em ambos os casos, os grupos mais vulneráveis e as pessoas com menos rendimentos foram os mais atingidos.
"É uma opinião comum achar que o setor segurador é cinzento e aborrecido, mas a verdade é que tem bastante espaço para inovação", afirma Katrien Buys, diretora de Estratégia, Inovação e Sustentabilidade do Grupo Ageas. Em entrevista ao Link To Leaders desmistifica esta ideia, explica o porquê da aposta do grupo na inovação e o impacto positivo das start-ups no desenvolvimento do negócio segurador.
Foram muitas as mudanças que esta pandemia Covid-19 veio introduzir nas nossas vidas, tanto no plano pessoal, como profissional. No setor dos serviços, para além do teletrabalho, das imensas reuniões nas plataformas digitais ou da necessidade de conciliar o trabalho com a família, foram muitos os desafios colocados aos trabalhadores, que os levaram a refletir seriamente sobre o seu próprio trabalho.
No âmbito dos ensinamentos sobre liderança executiva, desde a década de 1980, especialistas, académicos e consultores têm vindo a aconselhar os gestores sobre como lidar com a volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, ou seja, a denominada sigla VUCA. Esta sigla foi criada por empresas com ligações ao universo das forças armadas dos Estados Unidos da América, que a usaram para descrever a mudança no cenário pós-Guerra Fria.
Entrevista/ “A Teleperformance é uma das empresas que mais contribuiu para a economia portuguesa em 2020”
A Teleperformance assume-se como um empregador de referência no mercado nacional e quer contratar três mil novos colaboradores até ao final deste ano. As revelações são de Augusto Martinez Reyes, CEO da empresa em Portugal, em entrevista ao Link To Leaders.
Os dados preliminares dos Censos 2021 indicam que Portugal perdeu mais de 214 mil habitantes nos últimos dez anos, algo que só tinha acontecido entre 1960 e 1970. A população residente diminuiu para 10.347.892 pessoas, sendo que, em 2011, ultrapassava os 10,5 milhões (menos 2%).
Em julho de 2021 acabou o teletrabalho na escola de gestão onde sou diretor de investigação. Fizemos um evento para marcar o regresso. Uma das partes desse evento incluía um breve discurso de cada diretor. Cada um de nós tinha que escolher uma música que tocaria quando entrássemos no palco para discursar.
Depois dos inúmeros banhos de mar, as conversas intermináveis com os amigos, os almoços sem hora marcada, as brincadeiras com os filhos e os planos para o futuro, eis que setembro nos entra pela porta adentro. Para mim esta é a data que começa o novo ano. Não me deixo gerir pelo calendário, mas sim pelos ciclos da vida.
"Hoje, para entrarmos num estabelecimento de restauração, ou para irmos a um concerto, temos de ter um certificado digital no nosso telemóvel, que outras pessoas leem, ficando com acesso aos nossos dados. Estamos cada vez mais rastreáveis e acho que isto deve ser motivo de preocupação, porque estes avanços são irreversíveis", afirmou Elsa Veloso, CEO da DPO Consulting, em entrevista ao Link To Leaders.
Não, não se trata de uma pergunta relacionada com o tradicional conceito de fitness, nem com um programa de emagrecimento ou de “envelhecimento saudável”. É, isso sim, um muito ambicioso projeto legislativo europeu em matéria de sustentabilidade ambiental, que terá um impacto gigantesco na vida das empresas europeias, em especial das que atuam em determinados setores.
Uma recente pesquisa do Barclays S&P, partilhada pelo Financial Times, dá-nos conta de que as grandes marcas mundiais de produtos de bens de consumo não recuaram no seu investimento publicitário durante o período pandémico.












