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Empresas e Start-Ups

As relações públicas no século XXI

As Relações Públicas (RP’S) foram provavelmente a área do setor do Marketing e da Comunicação que mais mudanças sofreu nas últimas décadas devido a vários fatores como mudanças nas metodologias de trabalho com a crise económica no setor da comunicação.
Foto: Ricardo Monteiro, comentador de política internacional e economia

Trabalhar numa multinacional…

Há cerca de quarenta anos, o melhor que um jovem graduado poderia esperar para a sua vida profissional era ser contratado por uma “multinacional”. O salário seria melhor que noutras empresas ou funções e algum sistema de avaliação garantia promoções ancoradas no mérito.

Start-up do mês: Miraway apoia imigrantes que escolhem Portugal para trabalhar e viver

Este mês lançámos o desafio à IPStartUp, incubadora de ideias de negócio do Instituto Politécnico de Setúbal, de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Miraway, uma consultora especializada em processos migratórios, que pretende resolver os problemas de integração social e adaptação de pessoas que queiram mudar-se para Portugal.

Entrevista/ “Para haver mais unicórnios portugueses precisamos de saber vender”

O Sales Shaker 2021 está marcado para 30 de setembro e promete agitar o setor nacional das vendas. Essa é a expetativa da fundadora do evento, Helga Saraiva-Stewart, que em entrevista ao Link To Leaders falou da importância da inovação, do client centered e de saber vender valor.

Bilhete? Só na internet…

Isto é a resposta que os habitantes de muitas das cidades deste país ouvem quando querem comprar um bilhete. Não, não é para a ópera, nem para um concerto de rock ou de rapp, nem para o futebol! Porque esses todos têm bilheteiras. É para comprar um bilhete de autocarro!

Aprendendo a Voar: Uma Storytelling com protagonista

A nossa Storytelling começa com a caracterização da protagonista, de seu nome Catarina, estudante universitária em final de curso de Engenharia Eletrotécnica, com elevadas classificações, filha de família de elevado estatuto social, em que a Medicina e o Direito eram os destinos da maior parte dos membros, o que desde cedo lhe fez sentir a necessidade de procurar outros caminhos fora da “zona de conforto” dos seus maiores, buscando um caminho a solo, independente, capaz de satisfazer os seus desejos e ambições.
Foto: Mário Ceitil

O “lado negro” da GRH

A ainda designada “Função RH” tem vindo com os tempos, e as circunstâncias, a tornar-se uma área cada vez mais valorizada e prestigiada nas organizações, com uma tendência assinalável para finalmente cumprir os vaticínios (e os desejos) que os profissionais vêm fazendo desde há bastante tempo: a de se tornar uma função cada vez mais relevante e com uma legitimidade inquestionável para ter um “lugar à mesa” da gestão estratégica das organizações.

Digital: vamos fazer o big bang!

Mudar, mudar, mudar! Digital, digital, digital! Todos os dias se ouvem estas palavras dentro e fora da nossa empresa. E todos os dias muitos se perguntam: Mudar para onde e para quê? Digital já faço, o que é que tenho de fazer mais? Mudar para digital, mas o quê e como?
Foto: Alberto Jorge Ferreira

Trabalho Remoto!

Tenho consciência que ao lerem o título muitos de vocês terão ponderado não ler mais um artigo sobre os prós e contras do trabalho remoto, eu próprio equacionei bastante escrever sobre o tema, mas vou tentar uma abordagem diferente, opinativa e sobretudo pessoal.

Entrevista/ “O mercado das renováveis está ainda numa fase de acelerada transformação”

 "A tecnologia é uma componente fundamental do processo de transição energética que ambicionamos", afirmou o presidente da ACEMEL ao Link To Leaders. Ricardo Nunes lembra que a transição energética está no topo da agenda e que é "um objetivo em que temos de ser bem-sucedidos se queremos ter um futuro sustentável neste planeta".
Foto. Tiago Rodrigues

Gente que sobrevive

Existe uma realidade social e profissional lá fora, nem sempre visível ou percetível, mas que importa ver e conhecer, para que possa ser compreendida e valorizada e, porque não, progressivamente mudada. Porque toda a gente tem o direito de viver, não apenas de sobreviver.