Dos Estados Unidos da América nos anos 30 vem a expressão ”rat race” (corrida de ratos), em analogia às experiências em laboratório, em que ratos correm à exaustão para tentar chegar a um pedaço de queijo que lhes é sempre afastado quando estão a chegar perto… à semelhança do que fazemos na busca de sempre qualquer coisa mais.
Empresas e Start-Ups
O ano de 2020 começou ou melhor dizendo quase, pois ainda ontem foi Carnaval. Após a folia, então sim, o ano oficialmente começa em terras brasileiras. Mesmo, o ano começa oficialmente em março; em 2019 foram registados 210 investimentos em start-ups brasileiras, totalizando 8,7 bilhões de reais no ecossistema empreendedor do país.
Autora e oradora internacional, Carla Carvalho Dias criou a marca CCD, dá palestras a clientes empresariais e tem uma carreira internacional de vários anos. Em entrevista ao Link To Leaders, fala do que a motiva, traça o perfil organizacional das empresas portuguesas e ainda deixa alguns conselhos às start-ups.
O ano de 2019 foi o melhor de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal. Os números do INE demonstram-no, sem qualquer dúvida. Pela primeira vez, foi ultrapassada a fasquia das 7 milhões de dormidas na região.
Num mundo cada vez mais digitalizado, todos temos uma marca. Experimente colocar o seu nome no Google e verifique os resultados. É esta a marca que quer projetar? A imagem que quer que o seu futuro empregador ou cliente tenha de si?
A Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA) está a atrair investimento externo para região e a promover o território como um local onde empreendedores e investidores podem encontrar as condições ideais para desenvolver os seus projetos e potenciar a inovação. Entrevistámos Sérgio Ávila, vice-presidente do Governo do Açores, sobre as metas já alcançadas e como quer colocar os Açores no radar dos investidores internacionais.
Capital de risco ou capital de ventura (em inglês: venture capital), é uma modalidade de investimentos utilizada para apoiar negócios por meio da compra de uma participação acionista, geralmente minoritária, com objetivo de ter as ações valorizadas para posterior saída da operação.
Quando estava a terminar o meu programa na Harvard Business School, em 2006, a nossa turma de 70 diretores executivos e donos de empresas de todo o mundo reuniu-se com os nossos professores para uma sessão aberta onde podíamos perguntar e eles responderiam a qualquer pergunta. Que tivéssemos sobre as nossas empresas e carreiras.
Estou espantado com a quantidade de pessoas à minha volta que andam “numa busca pela sua verdade” ou que, já a tendo encontrado, a utilizam como argumento que se equipara aos usados numa birra infantil: “(…) pois, mas é a minha verdade”, como quem diz “temos pena” ou “é sim porque sim” ou “não porque não”.
Desde os “idos” de 1980, época em que os robôs começaram a ser introduzidos nas grandes empresas industriais para realizarem tarefas “únicas e pesadas, como soldagem, pintura a spray ou montagem”, os progressos da robótica e da Inteligência Artificial têm vindo a registar um tal desenvolvimento e aceleração que as preocupações se centram hoje cada vez mais nos seus impactos na natureza do trabalho.
“A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”- Alan Kay. Todos concordaremos que, no mundo do trabalho, os conhecimentos e competências do presente não são iguais aos do passado. E serão diferentes do futuro. A grande questão, explorada por sociólogos e tecnólogos, é que o tempo acelerou, pautado pelo ritmo da mudança.
O diretor de recursos humanos do Grupo Tap Air Portugal define-se como um gestor de pessoas “todo o terreno” e muito “mão na massa”. Pedro Ramos defende a importância das pessoas nas empresas e lembra que "pessoas e negócios são duas faces da mesma moeda". Ao Link To Leaders falou ainda do facto de, no futuro, o profissional de RH ter de gerir pessoas e robôs.












