O nosso salário e a nossa carreira lá na empresa dependem do nosso valor como líder. Não é que as empresas sejam sítios onde impera a méritocracia. Longe disso. A sua capacidade de bajular o chefe e a sua rede de alianças são fontes de valor, mas não são as únicas. Há três coisas que você pode fazer para aumentar o seu valor como líder.
Empresas e Start-Ups
Recentemente, ouvi duas frases ditas por líderes empresariais e uma terceira referida por um comentador económico, sobre a transformação e estratégia digital, que confirma algumas menos boas perspetivas quanto à capacidade do tecido empresarial português criar as condições adequadas para ser competitivo no futuro próximo.
Os líderes das organizações, sejam grandes ou pequenas, tendem a pensar que é a gestão de topo quem determina a estratégia da organização. A experiência de trabalho em grandes, médias, pequenas empresas e start-ups, minhas e de outros, o falar com colegas, membros da minha equipa, concorrentes e académicos, do público e do privado, faz-me defender uma posição diferente.
A pandemia da Covid-19 não avisou que vinha. Provavelmente as próximas pandemias também não avisarão. Empresas não estavam preparadas, países não estavam preparados, famílias não estavam preparadas, as pessoas não estavam preparadas e por isso foi preciso um esforço enorme de adaptação ao novo contexto.
"A nossa ambição até 2030 é criar uma rede de 35 campus em todo o mundo onde Lisboa será o hub principal na Europa". O statement é de Leonor de L’Hermite, responsável pelo campus da Forward College, uma faculdade internacional que abriu recentemente em Lisboa. Ao Link To Leaders explicou a opção pela capital portuguesa e como funciona o modelo de ensino que a Forward College preconiza.
A maturidade digital e tecnológica das nossas empresas afigura-se à partida positiva, embora com bastante espaço para melhorar, nomeadamente na criação de sites com capacidade para fazer compras ou reservas online, na utilização da internet móvel e da internet no local de trabalho, como manifestação descentralizada e quotidiana da maturidade digital das empresas.
Há várias interpretações do que é o “marketing”. Para muitas pessoas, é “publicidade”, “a arte de persuadir” ou simplesmente “promover produtos e serviços”. Segundo o “Pai” do marketing, Philip Kotler, é a arte de criar valor para o consumidor.
A 5 de maio assinala-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa. Este ano não foi exceção, embora tenha sido notório um certo desencanto em relação à lusofonia enquanto fator de identidade e comunhão entre nações que partilham a mesma língua. No seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), parece não haver hoje um desígnio comum e mobilizador.
Entrevista/ AskBlue quer entrar em novas geografias
Continuar a desenvolver os atuais mercados internacionais e entrar em novas geografias é o compromisso da AskBlue para os próximos tempos. Pedro Nicolau, CEO da empresa, explica como ultrapassaram a pandemia e qual a estratégia de crescimento da consultora para este ano.
Já se sabe que, de marketing todos sabem. Ainda que marketing envolva políticas de pricing, análises de mercado, previsão de vendas, gestão de canais físicos e online, otimização do ponto de venda e mecanismos de fidelização, entre outros, a verdade é que ainda subsiste a ideia de que marketing se circunscreve à comunicação e, em particular, à imagem.
A utilização da palavra “estratégia” devia constituir um caso de estudo: cabe em toda e qualquer frase de um pomposo relatório, é atirada para a mesa em cada discussão e serve de reforço positivo a qualquer argumento.
Em muitos países o associar-se para algum objetivo comum, difícil de atingir por pessoas isoladas, mas bem mais fácil quando há várias pessoas empenhadas, nem sempre foi fácil. Perante o preconceito de que os outros quererão aproveitar-se do meu trabalho, o melhor é “cada um por si”.












