Há poucos dias, numa reunião com vários líderes, alguns afirmavam que não tinham implementado medidas de flexibilidade. Pelo contrário, deram orientações para que todas as equipas voltassem à empresa diariamente, por uma questão de igualdade: se o chão de fábrica não pode ter flexibilidade, ninguém a deve ter.
Empresas e Start-Ups
Será a incompreensível guerra na Ucrânia um sinal de que se está a perder a virtude ética de confrontar o poder com a verdade? Como se instala num governo ou numa empresa uma cultura que elimina a coragem de falar? Será possível evitar essa armadilha? Ou estará o poder tão ciente da verdade que o que lhe interessa realmente é escondê-la?
Todo o setor do retalho representa hoje uma das atividades económicas mais importantes e relevantes, independentemente do seu formato físico ou online. Responsável por um elevado número de postos de trabalho, contribui significativamente e de forma crescente para o PIB, com maior incidência nos países mais desenvolvidos.
"É importante ganhar dinheiro com o trabalho, mas é importante que o dinheiro que se ganhou seja poupado e que depois passe a trabalhar para nós". A afirmação é de José Maria Rego, cofundador e CEO da Raize, uma plataforma de investimento e financiamento que se assume como uma ferramenta de dinamização da economia portuguesa.
A guerra na Ucrânia, que envolve dois países que em conjunto representam 30% da oferta global de cereais, fez despertar o debate sobre a autossuficiência alimentar de Portugal.
No último dia de paz na Europa – 23 de fevereiro de 2022 – a Comissão Europeia divulgou a proposta da Diretiva que irá impor que um conjunto alargado de empresas que operam na União Europeia (independentemente do país onde tenham a sua sede) implementem procedimentos de diligência devida (due diligence) destinados a prevenir violações de Direitos Humanos não apenas nas suas próprias operações, como na sua cadeia de fornecimento.
"Sabemos que Portugal é um celeiro de ideias inovadoras", afirmou Zaima Milazzo, presidente do Brain, a propósito da opção do Instituto entrar no mercado nacional. Em entrevista ao Link To Leaders falou dos seus planos para Portugal e ainda do seu papel como líder num universo de homens.
Já imaginou poder conhecer o futuro e saber a consequência das decisões tomadas na sua organização? Melhorar o desempenho da empresa e resolver as dores atuais? Não temos uma bola de cristal, mas temos a análise preditiva que lhe permite tomar melhores decisões com base em dados reais e fidedignos, que antecipam tendências e identificam padrões.
"São inúmeros os estudos que demonstram a ausência de investimento na formação e no desenvolvimento dos colaboradores como um dos principais pontos apontados para a diminuição do engagement". A análise é de Filipe Luz, Head of Sales Strategy & Performance na Cegoc, e responsável pelo novo projeto Academia Digital Corporativa. Em entrevista ao Link To Leaders, fala da missão desta academia de formação e das mais-valia que pode trazer às empresas.
Na primeira parte desta reflexão sugeri que as competências deixassem de ser qualificadas como “moles” (soft) ou “duras” (hard). Agora, começando pelo fim, deixo outra sugestão: deixemos de chamar competências às soft skills.
Uma casa que foi do avô, dos pais e que agora é sua. A Chocolate House abriu portas em Óbidos na semana passada e é um projeto de Rui Almeida, piloto de aviação, que decidiu dar uma nova vida ao espaço que foi da família. Aqui, agora, respira-se chocolate, já para não falar do peso da história. Em entrevista ao Link To Leaders recorda como tudo começou.
Dizia um general prussiano do século XIX, já citado neste espaço, que a guerra é a continuação da política por outros meios. Diria antes, como o Papa Francisco, que a guerra é o fracasso da política.












