As empresas são como as crianças: fazê-las é fácil; difícil é criá-las. Esta verdade evidente fica muitas vezes esquecida, sobretudo em épocas de grande transformação tecnológica. Nessas alturas domina a orientação esbanjadora de criar empreendimentos insustentáveis, na ilusão que a fúria de startups seja indicador de verdadeiro desenvolvimento. Mas multiplicar projetos inovadores absorve capital, suscita criatividade, promove atividade, mas dificilmente melhora o bem-estar das populações.
Empresas e Start-Ups
“Faturámos menos, porque o sistema não emitiu bem a fatura!”, “Não terminámos o projeto ainda, porque o sistema esteve em baixo!”, “Queria fazer a compra, mas a aplicação estava indisponível!”, “Vai ter de esperar, que o sistema hoje está lento”…
O transporte aéreo é, atualmente, a forma mais segura de nos deslocarmos, mesmo considerando que, desde 1903 e até aos dias hoje, as causas humanas associadas aos acidentes aéreos se vêm apresentando num crescente persistente, atingindo atualmente mais de 80%, aproximadamente, das causas dos acidentes aéreos.
Na mesa de Sigmund Freud, na sua casa em Londres, apareceu um objeto estranho - um porco-espinho, um animal único e bastante espinhoso único na América do Norte.
Propósito: a razão pela qual qualquer coisa é feita ou criada, ou pela qual existe. Qual é o nosso propósito? Qual é o significado máximo de aquilo que fazemos todos os dias? Qual é o propósito da empresa que criámos? Qual é o propósito das reuniões que realizamos, dos PowerPoints que desenvolvemos, dos emails que enviamos? No final de contas, o que estamos a fazer? Será que temos um propósito? Será que sabemos o nosso propósito?
Muito se tem dito, escrito, teorizado e refletido sobre os últimos (quase) dois anos. E sim, é verdade que o nosso mundo mudou de um dia para o outro, que os nossos hábitos foram impactados e que os nossos comportamentos mudaram. Talvez até para sempre. Mas será que isso é mau?
Immanuel Kant disse-nos “Como poderíamos tornar os homens felizes, se não os tornamos morais e sábios?” [1] e isso é bem demonstrativo da relevância que a educação tem para promover o amadurecimento, a aquisição de conhecimentos e a libertação natural que advém da aquisição de conhecimentos e de novas aprendizagens.
Entrevista/ “O passa palavra é a melhor forma de conquistar clientes, sejam eles céticos na tecnologia ou não”
"Os portugueses são um povo muito recetivo à inovação". A afirmação é de Sina Afra, CEO da Tiko, uma proptech espanhola criada há cerca de três anos e que no mês passado entrou no mercado português onde planeia investir 30 milhões nos próximos anos.
2021, segundo ano completo da pandemia do coronavírus. Um ano em que os mais vulneráveis ficaram ainda mais longe das oportunidades e da realização do seu potencial. Um ano onde as desigualdades pré-existentes se acentuaram e onde foram criados novos contextos para novas desigualdades.
Vivemos um tempo de diversidade, de celebração da diferença e de procura de sinergias. Esta valorização da diversidade tem vindo a ser cada vez mais assumida pelas organizações, como atesta uma famosa frase de um CEO que afirma enfaticamente: “se houver nesta empresa alguém que pense como eu então um de nós está a mais”.
Ser professor no século XXI. Uma preocupação cada vez maior com o decréscimo progressivo do número de alunos inscritos em cursos do ensino superior para formação de docentes.
Com o acentuar da pandemia e a entrada do teletrabalho dentro do nosso quotidiano, o novo normal veio trazer desafios assim como um grande conjunto de oportunidades.












