A Omnivore, fundo de capital de risco da Índia, já apoiou 24 start-ups agritech, incluindo projetos como a Stellapps, a DeHaat ou a Intello Labs.
Persistem dúvidas sobre o vírus: a identificação inicial, o perigo e a informação à WHO-World Health Organization e à comunidade científica e médica. Houve transparência e prudência necessárias para permitir que as autoridades dos países tomassem as medidas adequadas de defesa, sem lançar pânico?
Em situações que estamos a viver, do coronavírus, com a ameaça do contágio fácil e amplo, encontramos magníficas atitudes de sentido do dever, de todo o pessoal sanitário, desde os que fazem os testes nos pontos de entrada no país – aeroportos, portos, fronteiras, etc – para avaliar a situação de pessoas com/sem a doença, até ao pessoal hospitalar (médicos, enfermeiros, paramédicos, analistas, etc.).
As incubadoras criadas no meio universitário permitem que os alunos desenvolvam competências vitais para se tornarem mais produtivos e acrescentar valor à economia externa. Será possível capitalizar este potencial? Veja-se os casos americano e indiano.
Estive recentemente no Dubai e na Índia (bem, numa ínfima parte desta!...). Dois mundos distintos, entre si e cada um deles do que é hoje Portugal. Duas realidades de um mesmo mundo. Cada vez mais conectado!
A Montaigne Smart Business Solutions, incubadora e aceleradora de start-ups sedeada em Hyderabad, no sul da Índia, selecionou um aluno do 7.º ano do ensino básico para exercer funções de data scientist.
Tenho observado, em variados recantos do mundo, o valor da iniciativa pessoal na solução dos problemas que afetam pessoas singulares ou a sociedade. Muitos dos problemas têm uma amplitude e exigência de investimentos que dificilmente uma pessoa só ou mesmo em grupo pode dar resposta.
De jovem estudante e entregador de panfletos, a homem de negócios de projeção mundial. Assim foi construído o percurso de sucesso do jovem imigrante indiano que agora lidera a norte-americana Nitya Capital.
Trabalhar a terra, cultivá-la, para obter fruto, é uma atividade dos primórdios da vida do homem sobre a terra. A observação da natureza fez entender quando e como fazer as plantações, como alimentar e adubar para fortalecer e quando colher os frutos.
A crise da falta de água afeta, de forma mais ou menos grave, muitos países pelo mundo fora. A Índia é um deles, mas algumas start-ups locais estão a desenvolver soluções para ultrapassar o problema.
Como ajudar de modo eficaz os países que depois de muito sofrimento chegaram a um estádio em que desejam elevar o nível material, cultural, científico, da sua população? Que fazer, sem despertar fantasmas da memória coletiva desses países explorados? Quais os países melhor posicionados para canalizar uma ajuda eficaz?
A maior democracia exercitou-se mais uma vez na Índia, para a eleição dos representantes no Lok Shaba, a Assembleia Legislativa. O número de votantes era de 900 milhões e foram às urnas cerca de 67,11% deles.












