Naveen Tewari é mundialmente conhecido por ter criado uma das start-ups mais bem-sucedidas da Índia: a InMobi. A história deste empreendedor, recentemente contada pela YourStory, apresenta algumas lições valiosas para outros fundadores que querem levar o seu projeto ao sucesso.
A Startup Porto assinou um memorando de entendimento com a Invest India, um dos maiores ecossistemas de start-ups do mundo que é considerado uma referência para investidores.
Tenho tido oportunidade de observar várias empresas de boa longevidade e com uma invejável trajetória de crescimento, criando riqueza e empregos. A boa tentação é de querer encontrar a razão desta prosperidade.
Começa-se a ter notícias de encontros de filantropos com empresários que faturam somas muito elevadas, para os fazer refletir e lhes deixar sugestões de que "ser filantropo vale a pena". Em economias emergentes com certos setores de rápido crescimento – como o dos IT ou ITES- IT Enabled Services – criaram-se muitas fortunas em períodos curtos de tempo.
A jovem Payal Kadakia auto desafiou-se para uma missão aparentemente impossível: ter uma ideia de negócio em duas semanas. E não é que conseguiu! Mais: ficou milionária.
Aparentemente sim, com consequências em vários planos. Há quem veja nela o fechar do circuito de uma Índia intelectualmente avançada, que com a capacidade de criar riqueza suscitou a ganância dos europeus. Estes chegaram lá, dominaram passo a passo, com alianças e traições sucessivas, na obsessão da conquista e exploração.
Escrevi, em coautoria um caso da Infosys, uma empresa de IT criada em 1981, contando hoje com 210 mil colaboradores muito especializados. Está cotada na NYSE e em Mumbai, valendo mais de 45.000 milhões de dólares, com uma faturação superior a 11.000 milhões.
Ao regressar do Estados Unidos, com licenciatura em engenharia, V. Kurien vai prestar serviço numa cooperativa de comercialização do leite, recém-fundada, em 1948. É a sua contrapartida à bolsa que o levou aos EUA.
O unicórnio indiano Zomato fechou uma ronda no valor de 180.6 milhões de euros com o braço de investimento da gigante de ecommerce chinesa.
A incubadora do Instituto Pedro Nunes (IPN) foi convidada pela Direcção-Geral Da Investigação e Inovação, da Comissão Europeia, para participar no grupo fundador da EU-INDIA Incubators and Accelerators Network.
Já estão a decorrer as inscrições para as start-ups indianas que interessadas em instalar-se em Portugal. A iniciativa resulta de uma parceria entre os governos português e indiano.
Um relógio que envia a localização e um áudio ao vivo do utilizador para a sua rede de contactos é uma inovação da empresa indiana Leaf Wearable para reduzir os crimes sexuais no país.











