O que leva um profissional a trocar uma empresa por outra? E porque é que na mesma empresa, mas em outros países, a felicidade, a motivação e o grau de compromisso podem ser tão díspares? A Adecco Portugal sugere três técnicas para reter talento e minimizar a rotatividade.
Nem sempre é fácil para uma empresa gerir os diferentes perfis dos colaboradores, os comportamentos e os conflitos que alguns têm tendência a criar. A Adecco propõe alguns passos para que essa gestão seja facilitada.
Sabia que estudos recentes realizados pela Workplace revelam que 86% dos colaboradores e executivos apontam a falta de colaboração e a comunicação desajustada/insuficiente como as principais causas para o fracasso dos seus projetos? Ou, por outro lado, e segundo pesquisas da McKinsey, que equipas que se comunicam eficazmente conseguem ser até 25% mais produtivas?
Fui educada numa família humilde. Onde as heranças não existiam e os padrinhos também não. Desde pequena sempre soube que se quisesse progredir na vida, alcançar os meus sonhos e objetivos teria que ser com o meu esforço, empenho, com os resultados alcançados, ie, com mérito próprio na esperança de que, os professores e mais tarde os empregadores reparassem em mim, na minha performance e me fossem oferecendo novos desafios e oportunidades para continuar a crescer e avançar.
Este verão tem um conjunto de significados diferentes, fruto de tudo o que temos vivido ao longo do último ano e meio.
Fala-se muitas vezes “entre corredores” corporativos e até em tertúlias de final de dia, num café entre colegas e amigos: “é a pessoa certa no lugar certo”! ou, infelizmente é “a pessoa errada no lugar errado”!
Quando falamos em liderança e líderes, pensamos normalmente no que os distingue pelas virtudes e características que explicam o seu sucesso e a sua primazia em relação aos demais.
A consultora de desenvolvimento humano fez um rebranding e apresentou novas soluções e conteúdos focados no exercício da função de liderança.
As inovações tecnológicas transformaram profundamente o modo como trabalhamos, aprendemos e nos relacionamos. Isto supõe um desafio para qualquer líder, mas para os líderes das empresas tecnológicas – que são um setor altamente competitivo – o risco de não estar à altura do desafio é especialmente marcante. Podem cavar um fosso entre a liderança e a equipa que a deixa incapaz de gerir, comunicar, de criar um ambiente de trabalho aliciante e reter talento.
Zigmunt Bauman, o grande filósofo da “pós-modernidade”, propôs, ao longo da sua vasta obra, que a humanidade entrou numa nova fase, que ele designou por “modernidade líquida”, cujas principais características têm sido tipificadas através de uma expressão ampla e frequentemente replicada nos mais diversos contextos do mundo dos negócios e das organizações: a de que no mundo atual ”change is the only permanence, and uncertainty the only certainty” (Bauman, 2012).
São três os desafios que a Meta4 acredita que se vão colocar ao setor dos recursos humanos ao longo deste ano. Saiba quais.
Quando uma start-up nasce com o objetivo de tornar realidade o sonho dos seus promotores, a relação entre estes, a equipa inicial e os investidores é de total abertura. Na maior parte dos casos estamos a falar de um grupo de quatro ou cinco pessoas que sabe tudo sobre a operação.

















