Quem trabalha num ambiente empresarial, conhece as facetas boas e más dos gestores e líderes nas empresas. "Líder" implica liderar bem as pessoas, mas nem sempre é assim.
A Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa (FCH-UCP) lançou uma formação para Liderança e Desenvolvimento de Equipas Criativas. Arranca já no início do próximo ano.
A autoconsciência é uma das competências mais importantes e valiosas que um líder deve ter. Nada melhor que saber aquilo que valemos, o nosso modo de trabalhar, as nossas fraquezas e forças, bem como perceber o impacto das nossas emoções naquilo que fazemos e no meio onde nos encontramos.
Ajudar start-ups a instalarem-se em Portugal e a formar equipas, agilizando os processos logísticos e burocráticos associados, é o core business da Lisbon Tech Guide, empresa que teve como primeiro cliente em Portugal a Oto Systems. Sebastião Queiroz e Mello, fundador e CEO, explica ao Link To Leaders como começou e em que consiste o projeto.
Encontrar as melhores soluções para aproveitar as potencialidades das equipas que gerem é uma das grandes tarefas de um líder. O processo nem sempre é fácil, mas o guia da Google dá algumas dicas.
A gestão de equipas é um dos maiores desafios que os empresários e os gestores enfrentam. É frequente existirem erros, mas que podem ser ultrapassados de forma a garantir o êxito da empresa. Conheça alguns deles neste artigo.
Num assessment de potencial realizado há poucos meses numa empresa industrial, concluiu-se que a organização tinha excelentes competências técnicas, mas pouco desenvolvidas as competências de liderança de pessoas e equipas.
Os momentos de pós-férias são sempre profícuos. Trazemos normalmente o espaço e a quietude mental e emocional para refletir sobre alguns temas do nosso dia-a-dia pessoal e profissional, com maior consciência e responsabilidade sobre as nossas vidas.
“Gerir pessoas é um assunto sério, algo que, não sendo inato, se aprende e desenvolve muito além dos livros ou dos bancos da escola, que exige uma boa dose de sensatez e um elevado sentido de responsabilidade.”
A primeira vez que ouvi falar desta tríade foi a Amy Edmondson. Pareceu-me, logo desde o início, uma forma original de olhar para a correlação de três conceitos que podem fazer a diferença na vida das pessoas e das empresas: Happiness (felicidade), Health (bem-estar), Honesty (prefiro traduzir por autenticidade).
Criar equipas diversificadas, em género, raça e valências pode ser o caminho para gerar ideias inovadoras e disruptivas.
Saber comunicar é um dos pilares base de um ambiente de trabalho saudável, quer entre os gestores e os funcionários quer entre estes últimos, mas nem todos têm as skills certas para o fazer. Nada que não possa ultrapassar se puser em prática as dicas que sugerimos.
















