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Empresas e Start-Ups

Levar o mecenato empresarial às universidades

A atividade das empresas não pode reger-se apenas pelos interesses dos seus shareholders, ou seja, pelos interesses daqueles que diretamente beneficiam do cumprimento dos objetivos financeiros – os acionistas. Isto significa que as empresas têm, igualmente, que cuidar de satisfazer os interesses dos seus stakeholders. Isto é, de todos aqueles que, direta ou indiretamente, são condicionados pela sua atuação.

Dominar a conversa de circunstância

Tanto em eventos sociais como empresariais, há pessoas que têm toda a facilidade de iniciar e fazer fluir naturalmente uma conversa com alguém desconhecido ou que conhecem mal, e aquelas que, por serem mais tímidas ou terem sempre a sensação que 'não têm nada para dizer', se sentem angustiadas com isto.
Foto: Rui Grilo

Interrupção Temporária da Sensatez

Se Arquimedes pensava que conseguia mover o mundo com uma alavanca, os aprendizes de gestor pensam que o conseguem fazer apenas com objetivos e incentivos. O entusiasmo é tão grande que o único critério para escolher um indicador parece ser a possibilidade de o medir. Quando uma proposta para avaliar o desempenho de médicos de família pelo número de utentes que decide interromper a gravidez só é travada depois de indignação generalizada, chegamos a um ponto em que é preciso parar para pensar.

Entrevista/ “A competitividade entre empresas no setor tecnológico é alta”

Contribuir para que as empresas da área tecnológica consigam superar um dos seus grandes desafios atuais: a escassez de talento. Este é o ponto de partida do Job Summit IT, um evento 100% online que potencia o contacto entre profissionais e empresas, como explicou Joana Piteira, General Manager do Alerta Emprego, entidade responsável pelo evento.

A semana de quatro dias!

A crise COVID continua a ter um impacto profundo nos estilos de vida e nos padrões de trabalho dos colaboradores em Portugal e na Europa. Embora muitos tenham trabalhado a partir de casa durante vários meses, estes têm vindo a experimentar uma flexibilidade que apreciam porque lhes permite melhorar o seu equilíbrio entre a vida profissional e a vida privada.

Ó tempo, volta para trás? Nem pensar!

Ó tempo volta para trás… Quem se lembra desta canção? Se calhar era isso que muitos de nós gostaríamos de fazer. De voltar a 2019, a um mundo perfeitamente conhecido onde gerir e liderar era bem mais fácil. Onde, olhar para o passado, para as estatísticas, análises de negócio e grandes tendências macroeconómicas era muitas vezes suficiente para conseguir prever e direcionar o futuro rumo ao sucesso.

Porque não damos mais voz aos jovens?

Ouve-se dizer que “o futuro é dos jovens”, mas ao mesmo tempo que eles “não se interessam” e que “ainda são muito novos, não entendem”. Queremos que eles sejam altamente qualificados ainda antes de acabarem os estudos, com experiências e estágios, mas não lhes perguntamos o que acham do mundo e do futuro.

Entrevista/ “A Jotelulu é como um ‘supermercado de serviços cloud de marca branca'”

Presente em Portugal há pouco mais de dois meses, a espanhola Jotelulu quer transformar as PME de TI portuguesas em fornecedores de cloud, democratizar esta tecnologia e fazer frente aos grandes. Em entrevista ao Link To Leaders, David Amorin, CEO da start-up, considera o mercado português muito atrativo e com potencial. A médio prazo, a ideia é continuar com o processo de internacionalização na Europa.