A atividade das empresas não pode reger-se apenas pelos interesses dos seus shareholders, ou seja, pelos interesses daqueles que diretamente beneficiam do cumprimento dos objetivos financeiros – os acionistas. Isto significa que as empresas têm, igualmente, que cuidar de satisfazer os interesses dos seus stakeholders. Isto é, de todos aqueles que, direta ou indiretamente, são condicionados pela sua atuação.
Empresas e Start-Ups
Tanto em eventos sociais como empresariais, há pessoas que têm toda a facilidade de iniciar e fazer fluir naturalmente uma conversa com alguém desconhecido ou que conhecem mal, e aquelas que, por serem mais tímidas ou terem sempre a sensação que 'não têm nada para dizer', se sentem angustiadas com isto.
Se Arquimedes pensava que conseguia mover o mundo com uma alavanca, os aprendizes de gestor pensam que o conseguem fazer apenas com objetivos e incentivos. O entusiasmo é tão grande que o único critério para escolher um indicador parece ser a possibilidade de o medir. Quando uma proposta para avaliar o desempenho de médicos de família pelo número de utentes que decide interromper a gravidez só é travada depois de indignação generalizada, chegamos a um ponto em que é preciso parar para pensar.
Contribuir para que as empresas da área tecnológica consigam superar um dos seus grandes desafios atuais: a escassez de talento. Este é o ponto de partida do Job Summit IT, um evento 100% online que potencia o contacto entre profissionais e empresas, como explicou Joana Piteira, General Manager do Alerta Emprego, entidade responsável pelo evento.
A crise COVID continua a ter um impacto profundo nos estilos de vida e nos padrões de trabalho dos colaboradores em Portugal e na Europa. Embora muitos tenham trabalhado a partir de casa durante vários meses, estes têm vindo a experimentar uma flexibilidade que apreciam porque lhes permite melhorar o seu equilíbrio entre a vida profissional e a vida privada.
Ó tempo volta para trás… Quem se lembra desta canção? Se calhar era isso que muitos de nós gostaríamos de fazer. De voltar a 2019, a um mundo perfeitamente conhecido onde gerir e liderar era bem mais fácil. Onde, olhar para o passado, para as estatísticas, análises de negócio e grandes tendências macroeconómicas era muitas vezes suficiente para conseguir prever e direcionar o futuro rumo ao sucesso.
Entrevista/ “Os clubes desportivos já perceberam que a tecnologia é uma forte aliada para ajudar no seu dia a dia”
Um software de gestão para simplificar e modernizar a forma como os clubes desportivos trabalham e comunicam é o core business do EMJOGO. Em entrevista ao Link To Leaders, Gil Guilherme, fundador e CEO do projeto, explica que quer posicionar-se como o parceiro tecnológico na modernização dos clubes desportivos.
Ouve-se dizer que “o futuro é dos jovens”, mas ao mesmo tempo que eles “não se interessam” e que “ainda são muito novos, não entendem”. Queremos que eles sejam altamente qualificados ainda antes de acabarem os estudos, com experiências e estágios, mas não lhes perguntamos o que acham do mundo e do futuro.
"Os decisores têm que verdadeiramente sentir os benefícios e só depois poderão entender e incentivar a qualidade de vida e felicidade dos seus colaboradores". Quem o defende é Hugo Moniz, CEO da EXS Exercise School e responsável pelo evento Exercise Summit, que decorre até domingo em Lisboa.
Partindo de três textos do Cardeal Tolentino Mendonça, gostava de fazer uma reflexão sobre o que condiciona a nossa capacidade de nos sentirmos felizes.
Aqueles que, tal como eu, são sensíveis à falta de sol, agraciamos a chegada dos dias longos e do aumento das horas de luz.
Presente em Portugal há pouco mais de dois meses, a espanhola Jotelulu quer transformar as PME de TI portuguesas em fornecedores de cloud, democratizar esta tecnologia e fazer frente aos grandes. Em entrevista ao Link To Leaders, David Amorin, CEO da start-up, considera o mercado português muito atrativo e com potencial. A médio prazo, a ideia é continuar com o processo de internacionalização na Europa.












