Ver e viver (n)o Mundo de forma dicotómica. Sim ou não? Branco ou preto? Esquerda ou direita? Trabalho ou lazer? Pessoal ou profissional? A minha ou a tua equipa? Do meu ou do teu lado? A meu favor ou contra mim… enfim, estas são algumas das dualidades proporcionadas pela nossa existência humana. Mas será suficiente explorarmos apenas dois cenários? Termos apenas duas alternativas disponíveis?
Se existe algo de positivo a suceder da situação pandémica que atravessamos, são os casos de resiliência que os gestores tiveram de demonstrar para garantir que as empresas não seriam também elas contaminadas por um vírus mortal.
A resiliência nacional em termos de saúde pública e bem-estar é o tema base da web conference que a Plataforma Portugal Agora vai realizar já na próxima quarta-feira.
Sim, tive já a oportunidade de ler a “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020–2030”, da autoria de António Costa Silva. Um documento abrangente no diagnóstico e nas estratégias e inteligente na argumentação das opções.
Quando se fala da transição energética, frequentemente se recorre à mnemónica dos 4Ds, para resumir as grandes tendências necessárias para que ela aconteça.
O título remonta ao século XVI (foi tomado de empréstimo a um poema de Sá de Miranda e já Lobo Antunes havia feito o mesmo para um seu romance), mas traduz na perfeição a situação atual.
As dimensões Educação, Formação e Trabalho e suas interações estão em mudança acelerada a nível global. As competências-chave deste nosso tempo envolvem não apenas a dimensão cognitiva, mas cada vez mais as dimensões interpessoal e intrapessoal.
E nos dias incertos que correm ainda é mais importante essa sensação de comunidade que nos une e nos apoia onde quer que estejamos.
Vivemos tempos de renovação e de mudança permanente. Parece evidente, sentimo-lo diariamente na pele. E é tempo de desconfinar algumas ideias. Dar-lhes vida.
Dar voz a portugueses que estão à frente de empresas e projetos pelo mundo fora é o objetivo do novo projeto do Link To Leaders e da Plataforma Portugal Agora. Carlos Carvalho, presidente da ADP França, Suíça e Tunísia, será o primeiro convidado desta iniciativa.
“A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”- Alan Kay. Todos concordaremos que, no mundo do trabalho, os conhecimentos e competências do presente não são iguais aos do passado. E serão diferentes do futuro. A grande questão, explorada por sociólogos e tecnólogos, é que o tempo acelerou, pautado pelo ritmo da mudança.
O ser humano é um ser complexo, previsivelmente irracional, de acordo com vários estudos de economia comportamental. Damos por nós a tomar decisões que depois procuramos justificar de forma racional. Mas já dizia António Damásio que sem emoções não conseguimos decidir. A neurociência explica!















