“A marca Portugal tem vindo a ser reforçada, mas ainda falta muito de estratégia”. A análise é de Pedro Reis, keynote speaker do II Forum Link To Portugal que se realizou no final da semana passada, em Lisboa. A iniciativa foi da plataforma Portugal Agora e do Link To Leaders e falou de diáspora e dos desafios da marca Portugal.
Muito se tem falado e escrito sobre o fenómeno da Great Resignation, também designada pela Grande Renúncia. Mesmo em Portugal, assistimos a colaboradores a abandonarem as organizações, porque experimentaram a possibilidade de trabalhar à distância, com autonomia, sem controlo in loco e … sobreviveram. Entregaram resultados. Foram produtivos.
Com o acentuar da pandemia e a entrada do teletrabalho dentro do nosso quotidiano, o novo normal veio trazer desafios assim como um grande conjunto de oportunidades.
Síndrome da folha em branco. Um rasgo de desinspiração. O início do processo criativo, em forma de bloqueio e de insegurança. Será que consigo escrever umas linhas sobre este tema? Entra o impostor em cena.
Tal como acontece um pouco por toda a Europa, Portugal é hoje um destino de migrantes que, pelas mais diversas causas e motivações, nos procuram para se estabelecer.
Atração de investimento! – eis o anseio repetido até à exaustão, por qualquer responsável político, desde um primeiro-ministro ao presidente de uma pequena autarquia. Um desejo legítimo e de saudar, uma vez que é dos investimentos, especialmente dos de grande dimensão, que surgem os meios para criar empregos, reproduzir riqueza, gerar inovação e financiar os bens e serviços públicos que usufruímos.
Comecei a trabalhar no século passado, em 1998. Eu ainda sou do tempo em que não tinha email profissional nem internet no local de trabalho, nem telemóvel da empresa. Utilizava o fax. Recordo o pager (ou bipe), apenas de algumas conversas com amigos, não enquanto utilizadora.
“Energia para as próximas décadas” é o tema em foco na 2.ª Web Conferência da iniciativa Link To Portugal. É já no dia 27 de abril.
Não são precisos muitos estudos académicos. Ou mais relatórios do Fórum Económico Mundial ou de grandes consultoras internacionais. O óbvio está perante nós: os conhecimentos e competências adquiridas de base, nos sistemas educativos tradicionais, não são suficientes para os desafios dos mercados de trabalho do presente e do futuro.
O progresso tecnológico é sempre algo a ser gerido de modo a permitir que todos os seus intervenientes façam uma correta adaptação e se preparem para os seus potenciais impactos. Depois, temos somente aquelas zonas cinzentas, estagnadas no tempo e sobre as quais apenas pretendemos tomar posições caso outros – “os outros“ – o testem primeiro.
Talento para a próxima década. Este foi o tema e o ponto de partida da 1.ª Web Conference Link to Portugal que reuniu três convidados, com experiências internacionais em setores distintos, para uma análise da atualidade e das tendências do mercado de trabalho.
As tecnologias inovam, as sociedades adaptam-se, as culturas mudam… Uma evidência: as organizações políticas e de gestão, decisão e administração pública são as mais resistentes à mudança.












