Mudar, mudar, mudar! Digital, digital, digital! Todos os dias se ouvem estas palavras dentro e fora da nossa empresa. E todos os dias muitos se perguntam: Mudar para onde e para quê? Digital já faço, o que é que tenho de fazer mais? Mudar para digital, mas o quê e como?
Tenho consciência que ao lerem o título muitos de vocês terão ponderado não ler mais um artigo sobre os prós e contras do trabalho remoto, eu próprio equacionei bastante escrever sobre o tema, mas vou tentar uma abordagem diferente, opinativa e sobretudo pessoal.
Ter ou não ter um parceiro de negócio? A decisão nem sempre é fácil e pode ser uma faca de dois gumes: por um lado, pode abrir novos horizontes para o negócio, por outro pode expô-lo a grandes riscos.
Existe uma realidade social e profissional lá fora, nem sempre visível ou percetível, mas que importa ver e conhecer, para que possa ser compreendida e valorizada e, porque não, progressivamente mudada. Porque toda a gente tem o direito de viver, não apenas de sobreviver.
Criatividade, poder de persuasão, de liderança e flexibilidade são algumas das soft skills que as empresas procuram junto dos seus colaboradores.
Escrever sobre a coragem de ser suficiente é desafiador. Ser suficiente é ser “imperfeito”. Ninguém quer ser “imperfeito” e muito menos ter a coragem de o ser e de o entender. A verdade é que tem muito impacto na nossa vida e como desfrutamos dela.
Depois de ter iniciado atividade em Portugal no ano passado, o fornecedor europeu de comunicações empresariais, centradas em voz a partir da cloud, está a recrutar para o seu centro de I&D em Lisboa.
Existe uma grande variedade de sites disponíveis e listas de filmes recomendados para pessoas de negócios no geral e para empreendedores no particular. Estas listas costumam ter títulos comuns – O Lobo de Wall Street (exuberante, interessante, no entanto depressivo), A Rede Social (grande elenco e bem protagonizado) e O Sucesso a Qualquer Preço (tenso, atual e é a sobrevivência do mais forte), são apenas alguns exemplos.
A segunda edição do programa europeu será lançada em setembro. Tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas no setor espacial e das tecnologias digitais.
Com exceção das empresas que no dizer dos analistas “já nascem internacionais” ou com vocação para tanto, é pela exportação que a maior parte das empresas locais começa a ensaiar a sua presença em mercados externos.
Ao observar diferentes situações de cooperação entre empreendedores de variados ramos da atividade económica, sou levado a interrogar-me como foi possível não haver um forte incentivo da sociedade para que o espírito associativo estivesse muito mais presente.
Sabe quais os comportamentos que estão a atrasar o seu sucesso? O Executive Coaching dá-lhe algumas pistas para evitar os hábitos que estão a impedi-lo de ir mais longe.

















