O comércio eletrónico acelerou fortemente em Portugal com a pandemia. Há dados que apontam para um crescimento de 80% neste último ano e meio, valor que traduz um aumento exponencial quer do número de compradores online, quer do volume e frequência das compras digitais.
Não, não é proibido inovar, muito pelo contrário, mas é sempre arriscado concretizar algo diferente do normal a que as pessoas se habituaram. Risco é o nome do meio dos audazes, dos construtores do futuro. Daqueles que, constantemente, se deparam com a resistência dos cépticos. Daqueles que falham oito vezes e se levantam nove.
Recuperação é, talvez, a palavra mais repetida nos últimos meses. Recuperação que vislumbramos no verão do ano passado, mas que depressa se desvaneceu sob o impacto do agravamento da pandemia para dar lugar a novas quedas da atividade económica; recuperação que ressurge, agora, ainda tímida.
Já aqui falei dos desafios de liderar uma empresa tecnológica. Num setor tão competitivo como o das Tecnologias de Informação não podemos poupar esforços para reter talento. Com a entrada da Geração Z para a força de trabalho, cada vez mais se valoriza um líder, ou LEO, do que um chefe, o tradicional CEO.
Uma das maiores capacidades do ser humano é a sua aptidão para, consciente ou inconscientemente, tomar decisões. Muitas decisões, poucas decisões, decidir não decidir, decidir bem ou mal, de forma consequente ou inconsequente, enfim, haverá decisões para todos os gostos, resultados para todos os feitos. Mas na base de qualquer uma dessas consequências ou resultados, está sempre uma decisão, ainda que a mesma seja de inação ou de recusa de decisão.
Agora já não há desculpa para as entidades ou empresas não apresentarem os seus planos para a igualdade. A CITE -Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego acaba de lançar um portal que pretende facilitar a sua elaboração.
A norte-americana Apis & Heritage Capital Partners lançou um novo fundo de capital privado para reduzir as disparidades da riqueza racial através da criação de empresas detidas pelos funcionários.
Gostava de melhorar a sua produtividade no trabalho? O segredo está em evitar alguns (maus) hábitos e adquirir novas estratégias. Aqui, a tecnologia pode ajudar.
Apenas dois em cada dez novos negócios desenvolvidos na última década em grandes empresas conseguiram tornar-se projetos viáveis, segundo um estudo da McKinsey & Company que conclui ainda que a maioria dos executivos considera o desenvolvimento de novos produtos ou serviços uma prioridade para crescer no pós-pandemia.
Este verão tem um conjunto de significados diferentes, fruto de tudo o que temos vivido ao longo do último ano e meio.
Por dever de ofício e também por gosto indisfarçável em ouvir novas opiniões sobre temas há muitos anos por nós trabalhados, visando uma imprescindível atualização, éramos presença habitual, antes da pandemia, em seminários e outras ações de sensibilização organizadas pela centenária Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), uma das mais relevantes instituições na divulgação e promoção dos casos de maior importância e sucesso na internacionalização das empresas portuguesas.
A start-up portuguesa lançou uma app com a qual qualquer pessoa pode controlar e monetizar os seus dados pessoais. As marcas, por sua vez, conseguem segmentar a audiência, entre outras funcionalidades.

















