Entre o campo, os dias de praia em Tróia e o tempo passado com a família e os amigos, Nuno Luz procura nas férias o equilíbrio necessário para regressar com energia. Fora do escritório, fala da importância de saber desligar e dos desafios de liderar num contexto de mudança constante, em que a capacidade de adaptação e o impacto da Inteligência Artificial continuam a marcar a agenda das empresas.
A Harvard Business Review defende que as empresas devem repensar os seus programas de mentoria devido à inteligência artificial.
"A adaptação do ecossistema empresarial português a esta nova realidade tecnológica e à correspondente conformidade regulatória é um processo difícil, que só pode ter sucesso através de um esforço dirigido transversalmente à literacia em IA e a uma cultura de inovação responsável", afirma Luís Barreto Xavier, professor de Direito na Universidade Católica Portuguesa.
Comunicar de forma humana sem fingir ser uma pessoa, conhecimento interno e melhoria contínua são essenciais para tornar os chatbots de inteligência artificial mais eficazes nas empresas.
Apesar da prudência nas contratações, as empresas continuam a investir nas competências que consideram críticas, conclui o ManpowerGroup Employment Outlook Survey relativo ao 3.º trimestre de 2026.
Para a fundadora e CEO da Rede do Empresário, "o crescimento acontece quando existem pessoas dispostas a colaborar, a partilhar conhecimento, a abrir portas e a construir valor em conjunto". Teresa Esteban partilha a sua visão para esta comunidade empresarial, que nunca procurou ser a maior do país, mas sim a mais relevante.
A crescente presença da Inteligência Artificial nas organizações está a expor um fenómeno recorrente na história empresarial: o medo do desconhecido.
Uma das áreas onde houve grande mudança no protocolo empresarial nos últimos anos foi no código de vestuário em Portugal. As regras tornaram-se mais flexíveis e a gravata para os homens passou a ser uma exceção na maioria das empresas.
Porque regulação e política pública são instrumentos económicos, quer se admita ou não. Retomando a lógica desta série, depois de percorridas a centralidade das grandes empresas, a fragilidade do mercado de capitais e a arquitetura do poder económico, chega a hora de tratar o interlocutor mais mal compreendido do debate económico português, o Estado.
"O salário continua a ser importante, naturalmente. Mas os colaboradores olham cada vez mais para a experiência completa que uma empresa oferece. Querem benefícios que apoiem o seu dia a dia, as suas famílias, o seu bem-estar e o seu futuro", sublinha Mert Cetin, Cluster Director de Portugal, Tunísia e Marrocos da Pluxee, em entrevista ao Link to Leaders.
A agência promoveu 70 ações de formação, mais do triplo das realizadas um ano antes, em áreas como comércio internacional, acesso a mercados, branding e inovação.
Num universo de 1561 candidaturas, a 6.ª edição da iniciativa foram atribuídos 1172 Estatutos INOVADORA COTEC.















