Começo o ano com um tema que toca a todos os que gerem pessoas e aos que são geridos –o líder deve ou não mostrar a sua vulnerabilidade? Mostrar não é o mesmo que Ser. Indiscutivelmente, qualquer ser humano é vulnerável.
Desde os primórdios da humanidade, a evolução do ser humano tem sido marcada pela adaptação às suas condições e pela inovação. Do Australopiteco, que caminhava sobre duas pernas há cerca de quatro milhões de anos, ao Homo Sapiens, que desenvolveu a linguagem e a capacidade de raciocínio complexo, cada passo na escala evolutiva trouxe transformações significativas.
Cada vez mais tenho a sensação que o tempo voa. 2024, então, foi demais, ainda ontem era janeiro 2024 e já estamos em janeiro 2025. Nestas últimas semanas, meses esta sensação tem-se tornado demasiado notória!
Um guia prático para começar a dar os primeiros passos na Inteligência Artificial Generativa, ganhar tempo e melhorar a eficiência. Esta é a proposta do autor Pedro Esteves.
O novo hotel instalado na capela do histórico Palácio dos Condes da Ribeira Grande integra o novo Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), na Junqueira. A inauguração está marcada para 22 de março.
A origem do título é alusiva à célebre frase de Daniel Kahneman: "O eu que vive e o eu que recorda", mas venho colocá-la aqui ao serviço da gestão e do marketing. Kahneman, Prémio Nobel, introduziu esta ideia no contexto da psicologia do bem-estar e da tomada de decisão.
Existe uma contradição curiosa no mundo empresarial hodierno: quanto mais se fala de autonomia, menos autonomia parece existir. Quanto mais se proclama querer pessoas maduras e responsáveis, mais infantis se tornam as práticas de gestão e os rituais corporativos.
Rapidez no pensamento, na ação e na avaliação. E, depois, na correção. Tal como está a envolvente não podemos senão querer ter líderes rápidos. Muito rápidos mesmo.
Os clientes não separam o marketing do produto, porque eles representam o produto. Não separam o físico do online, porque o que lhe importa é avaliar a experiência.
O Lisbon Capability Center pretende atingir a marca de mais de 300 profissionais até 2027, reforçando a capacidade da BCG de apoiar mercados globais.
O ano de 2024 ficou marcado por profundas mudanças políticas, económicas e sociais. O mundo está cada vez mais incerto e emergem novas tensões que podem colocar em causa a paz mundial.
"A melhor forma de aprender é a treinar" e "todos os detalhes contam" são duas das ideias chaves espelhadas no livro de Scott H. Young e onde o autor escreve sobre os métodos de aprendizagem mais eficazes.

















