A revista Lonely Planet revelou os locais que devem fazer parte das suas escolhas de destinos para conhecer durante os próximos meses.
Este artigo de opinião, examina o ecossistema em expansão das start-ups em Portugal, destacando as vantagens da artificial intelligence (AI) na promoção da inovação e no fomento de novos modelos de negócios.
Entre avanços tecnológicos, tensões geopolíticas, desafios climáticos e transformações económicas, 2025 surge como um teste à nossa capacidade de adaptação e resiliência. É tempo de arregaçar as mangas e encarar o vento da incerteza de frente – preparados para navegar por mares nunca dantes navegados?
Quando em 1995 comecei a usar o slogan "Porque a Internet é uma realidade!", praticamente ninguém mostrava interesse ou dava atenção, fazendo-me sentir um louco a remar contra a maré.
Se um médico me disser por alguma razão que vai fazer o possível pela minha saúde, não são com certeza boas notícias. Por outro lado, se contratar um engenheiro para construir a minha casa e ele disser que vai fazer o possível para que a casa não caia, provavelmente vou procurar outro técnico que me dê mais garantias.
As arquiteturas multiagentes, muito faladas atualmente, não são uma novidade no mundo da tecnologia. Este conceito, com décadas de história, foi criado como uma resposta ao desafio de criar sistemas mais descentralizados e colaborativos. Contudo, durante muito tempo, a sua aplicação prática foi limitada por restrições tecnológicas.
As grandes tendências globais e o que podemos esperar do futuro são exploradas pelo jornalista económico Hamish McRae neste novo livro, uma edição da Alma dos Livros que chega às livrarias em janeiro.
O antigo presidente dos Estados Unidos escolheu produções de diferentes géneros, mas todas com reflexões profundas sobre a sociedade.
O ano de 2024 foi um ano de excelência para o turismo no Centro de Portugal a vários níveis, que confirmou a posição da região como destino de eleição a nível nacional e internacional.
Todos conhecemos os constrangimentos atuais que a geopolítica e geoeconomia colocam ao comércio internacional. Mas nem esses desafios, por mais complexos que sejam, devem abrandar os planos de internacionalização das nossas empresas e economia.
À medida que as organizações se preparam para 2025, há um aspeto essencial que não podemos deixar de lado: a criação e manutenção de uma pipeline de talentos sólida e diversificada.
Vivemos no tempo de Trump. Adore-se ou deteste-se (e quase todos estão numa destas duas posições), a nossa época é definida pelo magnata americano.

















