Nos anos 90 um engenheiro da NASA a trabalhar no Challenger disse a propósito da disputa de ideias e argumentos “se eu vir que não tenho Data para suportar o que eu digo, nem vale a pena dar a minha opinião, porque a do chefe será sempre aceite à frente da minha”.
Nos anos 90 um engenheiro da NASA a trabalhar no Challenger disse a propósito da disputa de ideias e argumentos “se eu vir que não tenho Data para suportar o que eu digo, nem vale a pena dar a minha opinião, porque a do chefe será sempre aceite à frente da minha”.
O objetivo final de qualquer gestor ou empreendedor é sempre o mesmo: Performance.
O mundo precisa de pessoas que se sintam vivas, que deixem de tolerar o que as adoece e as afasta de quem verdadeiramente são!
Um livro que oferece soluções práticas e simples para aprender a pensar melhor e evitar tomar más decisões. Daniel Kahneman, Prémio Nobel da Economia em 2002, é o autor.
Uma das maiores capacidades do ser humano é a sua aptidão para, consciente ou inconscientemente, tomar decisões. Muitas decisões, poucas decisões, decidir não decidir, decidir bem ou mal, de forma consequente ou inconsequente, enfim, haverá decisões para todos os gostos, resultados para todos os feitos. Mas na base de qualquer uma dessas consequências ou resultados, está sempre uma decisão, ainda que a mesma seja de inação ou de recusa de decisão.
Procurando evitar o risco de ser “folcloricamente polémico”, e tentando não cair nas armadilhas de ser mais um “arauto das novidades que já toda a gente conhece”, replico aqui uma ideia que, apesar de já ter sido muito falada e debatida, creio que ainda não esgotou completamente a sua heurística, nem no que respeita ao seu sentido mais profundo nem, muito menos, ao nível da repercussão e possível extensão das suas potenciais aplicações práticas.
Estudo apresentado pela Lenovo aponta que apenas 6% dos gestores das TI consideram os utilizadores como a principal prioridade ao fazer investimentos em tecnologia.
Uma ferramenta para resolver quaisquer problemas da vida pessoal ou profissional. É assim que este bestseller internacional se apresenta aos leitores, revelando 50 modelos para pensar com estratégia.
O ser humano é um ser complexo, previsivelmente irracional, de acordo com vários estudos de economia comportamental. Damos por nós a tomar decisões que depois procuramos justificar de forma racional. Mas já dizia António Damásio que sem emoções não conseguimos decidir. A neurociência explica!
Diz-se que decisões de gestão devem ser tomadas mais com a razão do que com a emoção – algumas, todavia, carecem de uma boa dose de inspiração ou intuição, mesmo que suportadas por fatos ou informações concretas.
Criar equipas diversificadas, em género, raça e valências pode ser o caminho para gerar ideias inovadoras e disruptivas.
















