Com os olhos postos em 2027, João Casimiro coloca a transformação organizacional e cultural no centro das suas prioridades para esta reta final do ano. Na rubrica No Radar, fala dos desafios de conciliar ambição e crescimento sustentado, da integração da inteligência artificial no dia a dia e da importância de liderar com foco e capacidade de adaptação num contexto de incerteza.
Num contexto marcado pela volatilidade económica e pela aceleração da inteligência artificial, Rui Lopes acredita que um dos maiores desafios da liderança é saber escolher o que realmente importa. Até ao final de 2026, o CEO da Simplefy quer consolidar a estratégia de crescimento da empresa, reforçar a preparação dos seus Financial Partners e garantir que a expansão não compromete a proximidade com as pessoas.
Execução, foco e capacidade de decidir sem esperar por todas as respostas. É assim que Sílvia Mota, CEO da MEXT: Mota-Engil Next e Chairwoman da EMERGE, encara a reta final de 2026. Com a resiliência das infraestruturas cada vez mais no radar, a líder quer fechar o ano a transformar boas ideias em soluções concretas e com impacto.
A forma como os países encaram a inteligência artificial está a ganhar peso nas decisões de investimento das multinacionais. Regulação, talento, capacidade computacional, infraestrutura e regras de utilização de dados estão entre os fatores avaliados pelas empresas antes de decidirem onde expandir operações, segundo o Financial Times.

















