Escrevo hoje sobre uma temática que está cada vez mais na ordem do dia-o coaching.
Empresas e Start-Ups
Poderão existir muitos gestores que veem os conflitos que surgem no contexto profissional meramente na sua vertente negativa. Mas a verdade, ou pelo menos a forma como eu os vejo e outras pessoas mais entendidas até, é que os conflitos não são inerentemente maus ou bons, estes representam primeiramente oportunidades.
Ao longo de três anos, mais concretamente entre 2012 e 2016, cerca de uma centena de aldeias moçambicanas foi alvo de uma experiência no âmbito da tecnologia do mobile money. Essa pesquisa consistia na disponibilização a metade daquela amostra de meios para a realização de pagamentos através do telemóvel.
A visão de um acordo do Brexit com o recém-nomeado primeiro-ministro do Reino Unido (UK) parece cada vez mais uma impossibilidade. As tensões continuam a aumentar, com Boris Johnson a pressionar por outra suspensão do parlamento e ameaça de abandono das negociações com a União Europeia (UE), quando ao mesmo tempo surgem notícias de um acordo que no fim ainda não foi alcançado.
No início do ano fui convidado para dar aulas de International Business Development num Master da SKEMA Business School em Paris. Este é um tema que normalmente não leciono, mas no qual investi muito durante a minha carreira profissional.
“A transformação digital é importante para as empresas porque é uma questão de afundar ou nadar”. Esta é uma das afirmações do conferencista canadiano Heath Slawner em entrevista ao Link To Leaders.
O tema é controverso, bem sei. E, a título de declaração de intenções, saliento que não me anima qualquer espécie de preconceito (pelo menos consciente) nem em relação à política, nem em relação aos políticos.
Muda a tecnologia, muda a economia, muda a sociedade. Mudam os hábitos culturais e o modo como nos relacionamos com os outros. Muda a organização do trabalho e as competências-chave dos profissionais. Mas há algo que teima em não mudar: a forma como estruturamos os governos e a sua organização.
As organizações, fazendo uma analogia com o corpo humano, nascem, desenvolvem-se, sofrem crises ou doenças, e muitas acabam por morrer. Podemos, então, falar no ciclo de vida das organizações, ou seja, as empresas morrem. A última e a mais conhecida for o centenária Thomas Cook UK.
A felicidade parece ser um sentimento que passamos a maior parte das nossas vidas a tentar entender e, finalmente, a alcançar. Infelizmente, muitos de nós morreremos antes de realmente sentirmos o que é a felicidade.
2019 está a ser bem movimentado para as start-ups em solo brasileiro. Em junho deste ano, o Softbank fez um aporte de 100 milhões de dólares na Loggi.
No passado dia 1 de outubro tive a oportunidade, com outro colega de direção da CNEF – Confederação Nacional de Educação e Formação -, de receber das mãos de dirigentes da FENPROF, de entre as quais o seu secretário-geral, um abaixo assinado onde é exigido um contrato coletivo de trabalho que, nas suas palavras, valorize a profissão e dignifique a carreira docente.












