Com o início do 2.º período, a angústia de muitos estudantes aumenta quando pensam que faltam pouco mais de 6 meses para terem que decidir a que curso universitário se vão candidatar.
Empresas e Start-Ups
Independentemente do setor de atividade, são muitas as empresas que têm investido de forma significativa em tecnologia, por forma a que esta lhes permita estudar, compreender e agir de forma eficaz junto dos seus clientes. Ora para superar etapas aquando do lançamento de novos produtos ou serviços, que supostamente terão melhor condições para ter êxito, ora para customizar a comunicação direta com os clientes nos mais variados contextos (físico, digital, em loja, com realidade aumentada ou virtual).
Fundei a Affinity, consultora na área das tecnologias de informação, no ano de 2012, e lidero a empresa desde então. Às portas de atingir um ciclo de 10 anos de crescimento ininterrupto, quero aproveitar este timing único para partilhar alguns dos maiores ensinamentos que tenho recolhido e que considero úteis para todos aqueles que ambicionam lançar o seu negócio, a sua start-up, o seu projeto empresarial já em 2022!
O ano de 2022 começa com grandes incertezas e apresenta novos desafios para a economia portuguesa. Em particular, adivinha-se mais um ano de turbulência para o sector do turismo.
Como será 2022? Provavelmente esta é a pergunta que todos nós nos temos vindo a fazer nos últimos dias. Quando no dia 31 de dezembro de 2019 deu a meia noite e o ano 2020 começou, o entusiasmo e excitação eram grandes em todo o mundo. Seriam os loucos anos 20 do século XXI. Mal sabíamos que em dois meses e meio tudo ia mudar.
Inovação, competitividade, a importância dos programas de apoio às empresas, a ligação destas com o universo académico e científico, o impacto da pandemia e o cunho pessoal que gostaria de deixar no seu mandato...Estes são alguns dos temas abordados por Joana Mendonça, a primeira mulher na presidência da Agência Nacional de Inovação, em entrevista ao Link To Leaders.
As empresas são como as crianças: fazê-las é fácil; difícil é criá-las. Esta verdade evidente fica muitas vezes esquecida, sobretudo em épocas de grande transformação tecnológica. Nessas alturas domina a orientação esbanjadora de criar empreendimentos insustentáveis, na ilusão que a fúria de startups seja indicador de verdadeiro desenvolvimento. Mas multiplicar projetos inovadores absorve capital, suscita criatividade, promove atividade, mas dificilmente melhora o bem-estar das populações.
“Faturámos menos, porque o sistema não emitiu bem a fatura!”, “Não terminámos o projeto ainda, porque o sistema esteve em baixo!”, “Queria fazer a compra, mas a aplicação estava indisponível!”, “Vai ter de esperar, que o sistema hoje está lento”…
O transporte aéreo é, atualmente, a forma mais segura de nos deslocarmos, mesmo considerando que, desde 1903 e até aos dias hoje, as causas humanas associadas aos acidentes aéreos se vêm apresentando num crescente persistente, atingindo atualmente mais de 80%, aproximadamente, das causas dos acidentes aéreos.
Na mesa de Sigmund Freud, na sua casa em Londres, apareceu um objeto estranho - um porco-espinho, um animal único e bastante espinhoso único na América do Norte.
Propósito: a razão pela qual qualquer coisa é feita ou criada, ou pela qual existe. Qual é o nosso propósito? Qual é o significado máximo de aquilo que fazemos todos os dias? Qual é o propósito da empresa que criámos? Qual é o propósito das reuniões que realizamos, dos PowerPoints que desenvolvemos, dos emails que enviamos? No final de contas, o que estamos a fazer? Será que temos um propósito? Será que sabemos o nosso propósito?
Muito se tem dito, escrito, teorizado e refletido sobre os últimos (quase) dois anos. E sim, é verdade que o nosso mundo mudou de um dia para o outro, que os nossos hábitos foram impactados e que os nossos comportamentos mudaram. Talvez até para sempre. Mas será que isso é mau?












