A questão não é nova. O tema menos ainda. Colocada a pergunta desta forma não se torna de resposta fácil. Goffee e Jones já pegaram nesta questão no ano 2000 numa publicação da Harvard Business Review, sempre atual. E mesmo antes disso já havia muitos tópicos relacionados quer com o tema, quer com a questão.
Empresas e Start-Ups
Ajudar a BI4All a ser bem sucedida internacionalmente é um dos vários objetivos que o novo CEO da empresa abraçou. Nuno Barboza explicou ao Link To Leaders o que o move neste novo desafio profissional.
Os seres humanos têm, em geral, um medo visceral do desconhecido, razão pela qual a incerteza, a ambiguidade e mesmo a dúvida persistente, podem gerar sentimentos de inquietação, ansiedade e stresse que ativam certas zonas do cérebro que nos impelem a ter atitudes reativas, cujas modalidades variam de acordo com a intensidade e a frequência dos sentimentos experimentados.
Todos temos consciência do potencial transformador do investimento na ferrovia. A necessidade, por um lado, de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e, por outro, de melhorar quer a mobilidade no interior do território, quer as ligações à Europa fazem da ferrovia um fator crítico de desenvolvimento do país.
Entrevista/ “Como o Maurício Umansky gosta de afirmar, o preço é apenas um indicador, porque o luxo é uma experiência”
"Durante o primeiro ano de atividade pretendemos ter cerca de mil imóveis em carteira, que podem valer 500 milhões de euros. Se tudo correr como previsto, venderemos cerca de 200 imóveis e vamos faturar 6 a 8 milhões de euros em 2023", revela Ayres Neto, sócio gerente da The Agency Portugal, em entrevista ao Link To Leaders.
Entrevista/ “Na próxima década poderemos ver um aumento significativo na participação das mulheres no setor científico”
"É importante enfrentar e eliminar as barreiras sistémicas e preconceitos que podem desencorajar as mulheres de seguir carreiras em campos de STEM", afirma Maria Oliveira, diretora de negócios da UPTEC.
No artigo de hoje analiso como o longoprazismo, uma postura ética que dá prioridade à melhoria do futuro a longo prazo, muito em voga nos circuitos da intelligentsia de Silicon Valley, e inspirado em filósofos utilitaristas, pode ser contraproducente face aos desafios que existem em determinadas regiões do globo - em particular em África - e como movimentos alternativos, como o investimento e a aposta em empreendedores locais, nestas regiões, pode ser uma forma mais eficaz de criação de riqueza.
"Os aspetos mais críticos para que o nosso ecossistema dê os próximos passos são relativos a funding/investimento e fiscalidade", explica António Dias Martins, diretor executivo da Startup Portugal, ao Link To Leaders.
2021 foi marcado por recordes de investimentos, US$ 9,4 biliões em aportes totais, e novos unicórnios (start-ups avaliadas em mais de US$1 bilião). 2022 foi marcado por demissões em massa (mais de 4 mil pessoas foram desligadas), diminuição de valuations e escassez de capital. Após dois anos tão ambíguos, o que podemos esperar de 2023?
"A inovação não deve ser apenas criar algo novo, mas algo que traga mais valias reais aos habitantes de um mundo cada vez mais saturado e caótico", afirma Eduardo Nunes, cofundador da Kendir Studios, start-up que desenvolve jogos e ambientes digitais de apoio à aprendizagem e ensino.
Estamos num dos momentos mais promissores e desafiadores da humanidade. A revolução digital e a inteligência artificial (IA), chegaram para transformar a vida das pessoas e das organizações.
"Há uma grande falta de estratégia e de modernização. Há que olhar para o mundo atual e perceber as ferramentas espetaculares que temos para revolucionar os processos de aprendizagem, mas também implementá-las", revela Francisco Faustino, cofundador do Portal da Sabedoria. Em entrevista ao Link To Leaders, o responsável fala dos planos para tornar este projeto numa "espécie de Netflix de conteúdo educativo para estudantes portugueses".












