Estamos num dos momentos mais promissores e desafiadores da humanidade. A revolução digital e a inteligência artificial (IA), chegaram para transformar a vida das pessoas e das organizações.
Empresas e Start-Ups
"Há uma grande falta de estratégia e de modernização. Há que olhar para o mundo atual e perceber as ferramentas espetaculares que temos para revolucionar os processos de aprendizagem, mas também implementá-las", revela Francisco Faustino, cofundador do Portal da Sabedoria. Em entrevista ao Link To Leaders, o responsável fala dos planos para tornar este projeto numa "espécie de Netflix de conteúdo educativo para estudantes portugueses".
Os rendimentos futuros das pessoas dependem do investimento na sua educação. Investigações mais recentes confirmam a existência de uma relação positiva entre a educação e os rendimentos individuais e acrescenta que, em média, num conjunto alargado de países, um ano adicional de educação corresponda a um acréscimo de rendimento individual entre 7,5% e 10% por ano.
Encontrei muitas pessoas que com a sua conduta profissional provaram que se pode atuar em moldes corretos e justos, quebrando tradições instaladas, em projetos que facilitam a vida dos cidadãos.
O ecossistema empreendedor português tem sensivelmente 10 anos. Sendo relativamente novo, é um ecossistema vibrante. Os vários unicórnios ligados de alguma forma a Portugal são o exemplo da maturidade do nosso ecossistema, que tem, agora, novos desafios e novos objetivos.
“Pretendemos alargar a nossa atuação para novas zonas do país que estão a ser cada vez mais procuradas pelos turistas. É também com imensa felicidade que partilho que iremos abrir um escritório em Istambul, na Turquia”, revelou William Tonnard, CEO da LovelyStay, empresa de gestão de alojamento local, em entrevista ao Link To Leaders.
No início de cada ano civil, geralmente as pessoas estabelecem metas e objetivos sobre o que esperam conseguir com o novo ano. Nas organizações esta prática faz parte do processo de planeamento anual que deve ficar completo no quarto trimestre do ano anterior.
Quando se pergunta a CEO’s ou CMO’s de qualquer empresa sobre quais são os desafios mais determinantes para a criação de valor, as respostas parecem ter todas um denominador comum: o propósito de obter resultados com maximização do valor entregue ao mercado. Os exemplos mais enunciados são os seguintes: capacidade de diferenciação, desenvolvimento de mercados, modernização da oferta e superação da concorrência.
Quando estudamos para ser gestores, o Estado aparece-nos sempre como uma entidade de bem que interfere na economia para prestar serviços essenciais e de infraestrutura, para criar as regras que otimizem o bem-estar da população e para funcionar como agente de redistribuição de rendimentos.
“Queremos continuar a crescer de forma sustentada, investindo na formação e capacitação de jovens portugueses, e a fornecer às empresas portuguesas valor diferencial na adoção da cloud por forma a serem mais competitivas no mercado global”, afirma Vítor Rodrigues, CEO da Magic Beans. Em entrevista ao Link To Leaders, o responsável revela que, entre os projetos para o futuro, está “uma Universidade Magic Beans, na qual os nossos profissionais possam de forma continuada desenvolverem-se e serem os melhores do mercado”.
A questão que encabeça este artigo é também o título de uma inteligente obra de Jared Diamond, reputado geógrafo, historiador e escritor norte-americano, publicada em 2019. Este livro, aclamado de forma unânime, transformou muitas das perceções e entendimentos sobre as causas da ascensão (e quedas) das nações, em especial nos momentos de encruzilhadas históricas e crises profundas.
Estes últimos anos têm sido extremamente desafiantes para a sociedade, em geral. Depois de uma pandemia global fomos confrontados com uma situação de guerra na Europa que, além da tragédia humanitária que representa, causou uma crise económica de elevada dimensão.












