Ter um salário superior, mais reconhecimento e maior felicidade no trabalho em 2023. Estas são algumas das resoluções de Ano Novo patentes no estudo realizado pela Michael Page.
No cenário da educação 4.0, há competências que os jovens alunos não devem negligenciar a pensar nos empregos que terão no futuro. World Economic Forum fala de três skills críticas.
A boa segurança no local de trabalho, a saúde e o bem-estar são elementos essenciais para o sucesso de um negócio. Proteger os colaboradores de acidentes e doenças não é apenas um dever legal e ético - é um sinal de um negócio que quer crescer e prosperar.
Muitos ex-alunos (e não só) me procuram para insights, dicas, opiniões. Cada vez mais, esses ex-alunos têm idades próximas da minha ou são mais velhos que eu. Quando se começa cedo nesta profissão de professor há uma altura em que há muita gente mais velha que nós próprios. Mais tarde estamos na média.
O novo estudo da Boston Consulting Group (BCG) afirma que menos de 20% das organizações veem o futuro do trabalho como uma prioridade para o seu CEO.
A atual discussão em torno da semana de 4 dias de trabalho tem levantado boas e pertinentes ideias, reflexões, comentários e até desabafos (quer de colaboradores quer de entidades patronais, sindicatos, políticos, ..). Mas ainda que o objetivo aparente seja positivo (procurar um modelo que nalguns casos possa servir melhor empresas e colaboradores) fico desanimado ao ver falar do trabalho como se ele fosse pano de fundo do demónio, um mal com o qual temos de viver e que melhor seria não o ter.
Quatro em cada cinco portugueses acredita que é importante o empregador investir no seu desenvolvimento pessoal. A conclusão é do mais recente estudo da GoodHabitz.
Sou levado a pensar que os países ricos, quase sem esforço de preparação fina dos seus recursos humanos, quando veem necessidades pontuais resolvem-nas dando mais vistos de trabalho aos profissionais necessitados de outros países do Terceiro Mundo, cobrindo assim a sua lacuna.
Sou levado a pensar que os países ricos, quase sem esforço de preparação fina dos seus recursos humanos, quando veem necessidades pontuais resolvem-nas dando mais vistos de trabalho aos profissionais necessitados de outros países do Terceiro Mundo, cobrindo assim a sua lacuna.
Novas formas de contratar, escritórios que se tornam em espaço de eventos e um maior foco no bem-estar psicológico dos colaboradores são algumas das tendências que irão marcar o futuro do trabalho e que estiveram em debate num evento da Forbes, em Nova Iorque.
Esta é uma pergunta difícil de responder. Uma pergunta com muitas respostas que se podem complementar entre si, outras possivelmente contraditórias. Tudo isto é, no entanto, um sinal de que este diálogo é extremamente importante no mundo atual.
Frequentemente ouvimos líderes dizer que precisam de controlar as suas equipas porque não confiam, porque precisam de incutir mais ritmo, porque precisam de garantir a qualidade do serviço e do produto ou, pura e simplesmente, porque “compete ao chefe controlar”. Felizmente, esta última razão é cada vez menos invocada!
















