De acordo com o Fórum Económico Mundial ( WEF, 2020) no início da década assistimos a uma convergência de três grandes tendências: a utilização acelerada das tecnologias da 4.ª Revolução Industrial no meio de uma pandemia, perturbações do mercado de trabalho tanto no trabalho remoto como no trabalho que exige presença física, e, um amplo apelo a uma maior diversidade, inclusão, equidade e justiça social.
Enquanto as organizações debatem que formato ou modelo escolher para o futuro do trabalho nas suas organizações, vale a pena fazer uma reflexão honesta sobre o tema.
Escrevo-vos hoje sobre emoções. Emoções na vida. Emoções na carreira, no trabalho em equipa, com os colegas e amigos, em todos os contextos de vida.
Trago de novo o tema da liderança, que muito aprecio como sabem, e que procuro em cada artigo de opinião poder contribuir para melhor aprendizagem, muito baseada na minha experiência pessoal e profissional.
A afirmação não é minha, mas de Dale Carnegie na sua obra “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Este será o tópico para o artigo de hoje. Porquê? Muitos benefícios podemos retirar desta prática no nosso dia a dia pessoal e profissional.
“Aquele que não deseja o poder está apto a segurá-lo.” – Platão. Nunca fez tanto sentido esta frase quanto, a emergência de novos paradigmas na liderança das organizações.
A maioria dos líderes empresariais compreende o poder de uma cultura dinâmica e positiva - mas quase todos os esforços para mudar a cultura falham. Porquê? A abordagem está muitas vezes errada.
Terminámos mais um ano. Um ano difícil, sobretudo porque toda a nossa vida teve de se readaptar num “piscar de olhos”. Nem sequer houve tempo para planear, analisar a melhor opção, deixar para mais tarde!
Uma das grandes questões que se coloca no atual contexto de pandemia é, como nos mantemos motivados, focados e orientados aos nossos objetivos e resultados?
Quem bem me conhece, sabe o quanto gosto de usar a metáfora do “copo meio cheio, copo meio vazio”. Em todas as dimensões da nossa vida, seja, pessoal, familiar ou profissional. A nossa vida, não é feita sempre de coisas boas ou agradáveis. Nem sempre fazemos o que gostamos ou sentimos propósito. Temos de lidar com pessoas que não apreciamos, dificuldades inesperadas ou obstáculos surpresa.
Tenho vindo a partilhar alguns artigos sobre a importância de dar e receber feedback, e como este pode ajudar a crescer, aprender e melhorar o nosso desempenho. Afinal, como sabemos se estamos a fazer bem? Dentro das metas que nos foram propostas, ou as que nos propusemos? Como sabemos, que o nosso desempenho ou atuação impacta positivamente os outros (ou não)?
O valor “confiança” é o pilar de qualquer relação, seja em contexto pessoal, familiar, profissional ou corporativo. Sem ela, nada se constrói, de forma sólida e sustentável ao longo da vida. É um dos principais alicerces na construção de organizações sustentáveis ao longo do tempo.







