Vários estudos internacionais das principais consultoras, apontam que as tendências globais de capital humano para a próxima década serão a da “empresa social”.
A resiliência é uma das principais características das pessoas que desejam crescer, progredir e sair vencedoras.
Estamos em 2020, início de um novo ano e de uma nova década, por isso, nada melhor, para refletir sobre a nossa vida e fazer um balanço pessoal. Refletir sobre uma mudança e como ela nos pode transformar e trazer renascimento ao nosso dia a dia, é altamente profícuo para o nosso equilíbrio e bem-estar pessoal e familiar.
Como a generosidade no trabalho, promove positividade, partilha e cooperação entre as equipas. Aproveitando a lenda de São Martinho, escrevo sobre a generosidade no trabalho.
Escrevo hoje sobre uma temática que está cada vez mais na ordem do dia-o coaching.
Os momentos de pós-férias são sempre profícuos. Trazemos normalmente o espaço e a quietude mental e emocional para refletir sobre alguns temas do nosso dia-a-dia pessoal e profissional, com maior consciência e responsabilidade sobre as nossas vidas.
No passado dia 25 de março, tive a oportunidade de ser convidada pelo Ricardo Pereira para participar num projeto pioneiro. O seu objetivo era criar 12 podcasts com gestores e empreendedores do mercado nacional onde pudessem partilhar, a partir da sua própria história de vida pessoal e profissional, quais são os seus 7 mindset secrets – as 7 atitudes ou formas de estar na vida e nos negócios e que são a base do seu sucesso e progresso, das suas equipas e das organizações que lideram atualmente e que já lideraram no passado.
Inicio este artigo com uma pergunta de reflexão: como podemos querer acreditar em quem nos lidera senão acreditamos em primeiro lugar em nós?
O mundo dos negócios é indiscutivelmente exigente e altamente concorrencial, não só entre organizações, mas entre os próprios colaboradores, lutando por carreiras desafiantes, aprendizagem constante e sede de crescimento rápido. É quase uma espécie de dimensão para corajosos, audazes e insistentes, liderem pessoas ou não.
Escrevo um artigo dedicado a este tema em particular, pois considero que não damos a devida importância a esta ferramenta de gestão e de liderança, aplicável, não só às empresas, mas também à nossa vida pessoal e familiar.
Vivemos tempos em que as organizações se expandiram, internacionalizaram, globalizaram e absorveram a era digital e tudo o que ela engloba.
Quem nunca usou a expressão – “se não perguntares, nunca saberás!” ou “se perguntaste é porque vais fazer algo com a resposta!”







