“Agilidade” é uma palavra que entrou definitivamente no léxico da Gestão pós-moderna, com extensões específicas aos universos da Gestão das Pessoas e da Liderança.
Neste novo mundo pós-pandemia são muitas as empresas que estão a adotar uma força de trabalho “on-demand” para otimizar custos, sobreviver e prosperar. Mas gerir funcionários remotos e colaboradores independentes requer a implementação de processos, planeamento e serviços fiáveis.
O valor “confiança” é o pilar de qualquer relação, seja em contexto pessoal, familiar, profissional ou corporativo. Sem ela, nada se constrói, de forma sólida e sustentável ao longo da vida. É um dos principais alicerces na construção de organizações sustentáveis ao longo do tempo.
Vários estudos internacionais das principais consultoras, apontam que as tendências globais de capital humano para a próxima década serão a da “empresa social”.
A primeira vez que ouvi falar da necessidade de conjugar “Empatia” com “Economia” foi pela voz da CEO Global da Mercer, Martine Ferland. Hoje, mais do que nunca, os líderes vão ser chamados a combinar “Empatia” com “Economia”.
Entrevista/ “Rethinking” Feedback
Diz-nos o senso comum que há coisas com as quais toda a gente concorda; mas o mesmo senso comum também nos diz que nem todas as coisas com as quais toda a gente concorda constituem de facto prática comum. É o que acontece, por exemplo, com as designadas “técnicas de feedback”.
Era uma mistura de pensamentos, sentimentos e emoções. Com o sonho, a excitação, a esperança e o entusiasmo de quem tem toda a vida pela frente e tudo é possível, misturava-se o medo, a angústia, a dúvida: “será que vou conseguir?”, “estou a ser muito ambiciosa…”, “deveria ouvir a voz da razão dos mais velhos e experientes que me dizem que está difícil”…
O CEO da Ábaco acredita que aquilo que faz uma boa liderança "é a forma transparente e verdadeira como comunicamos, em qualquer circunstância". Mais, o sucesso na superação desta crise só pode ser coletivo, afirmou João Moreira em entrevista ao Link To Leaders.
Como ponto prévio a este texto, deixo já bem claro uma coisa: não quero falar sobre o Covid-19!
Por muito bem preparado que se esteja e por muitas skills que se tenha, nem sempre é fácil saber o que dizer numa situação difícil, de crise. Que o digam os líderes de empresas que têm de gerir equipas em tempos turbulentos.
Exerceu advocacia, prestou serviços de consultoria e dirigiu equipas comerciais. Mas hoje dedica-se à área de gestão de pessoas do ABANCA. Ao Link To Leaders fala de como esta pandemia está a afetar o mercado de trabalho, de como motivar as equipas perante uma crise e de como as organizações se devem preparar para o futuro.
É inquestionável, estamos mais vulneráveis! Mas gosto de pensar como Brené Brown: “vulnerabilidade não significa fraqueza da nossa parte, mas sim coragem, e sermos mais humanos”. Sermos mais humanos é constatar que “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.
















