Este não é o momento certo. Provavelmente nunca será. Há uma frase silenciosa que acompanha muitas pessoas durante anos: “Ainda não é o momento.”
Para completar os 980 cromos da caderneta do Mundial sem fazer uma única troca, seria necessário comprar, em média, cerca de 7.296. O excedente não é uma falha do sistema – é o preço de tentar fazê-lo sozinho. E talvez tenha mais a ensinar sobre pessoas, equipas e organizações do que imaginamos.
A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa para passar a integrar o quotidiano de muitas organizações. Importa agora compreender de que forma esta transformação do trabalho está e continuará a ser vivida pelas pessoas.
Durante muitos anos, olhámos para a produtividade como um resultado direto de processos, ferramentas ou metodologias de gestão - e com razão. Mas existe um fator que continua a ser frequentemente subestimado: o espaço onde as pessoas trabalham.
“Adapta-te ou morres.” Parece duro, não é? Mas é a mais pura verdade. Vivemos num mundo em que tudo muda, o mercado, a tecnologia, os consumidores, até a forma como nos comunicamos. O que era relevante ontem, hoje já soa ultrapassado e o que hoje é inovação, amanhã pode ser apenas rotina.
As inscrições para a 11.ª edição do People Engagement Survey, já estão abertas. O estudo reforça a análise dos desafios da gestão de pessoas.
"Por mais rápido que as tecnologias avancem, são as experiências partilhadas, a colaboração e a resiliência humana que moldam verdadeiramente o futuro", defende Predrag Poposki, Head of Talent Acquisition e Employer Branding do Grupo Zühlke.
A capacidade de combinar tecnologia, pessoas e adaptação será decisiva para responder a um ritmo de mudança sem precedentes, defenderam líderes empresariais no Change Summit 2026, que decorreu em Lisboa.
Vivemos numa era obcecada por metas. Metas comerciais, de produtividade, de crescimento e de eficiência. Medimos praticamente tudo: indicadores, dashboards, planos e resultados.
No meu artigo de opinião anterior, escrevi sobre os momentos que ocorrem após cada cheia: quando as águas recuam. E tal como vivi durante essas duas semanas em Alcácer do Sal, não é um momento isolado, mas sim uma série de momentos que misturam preocupação, frustração, perda e trauma com esperança, entusiasmo e espírito.
"Ao longo dos anos, fomos capazes de nos reinventar constantemente: começámos na fotografia e evoluímos para os equipamentos de escritório, tornámo-nos especialistas em managed print services e demos um passo decisivo na área da robótica e da inteligência artificial", afirma Ana Cantinho, diretora-geral da Beltrão Coelho, no ano em que a empresa celebra 78 anos de atividade.
Perante a crescente integração de ferramentas de IA no trabalho, a Sesame HR partilha estratégias para os líderes promoverem uma adoção ética e sustentável.
















