Aumentar a competitividade estratégica das start-ups através da preparação dos empreendedores para lidar com um contexto de incerteza. É este o objetivo do Competitive Intelligence and Data-Driven Decision Making que a NOVA IMS, em parceria com a Strategic and Competitive Intelligence Professionals (SCIP), acaba de lançar em exclusivo para o Link To Leaders. As inscrições estão a decorrer e com condições especiais para os leitores Link To Leaders.
2020 será um ano certamente marcante para todas as gerações e para todo o mercado mundial. Aparentemente (e felizmente) avizinha-se o controlo da pandemia no próximo ano. O fim desta agonia estará perto de ser alcançada.
A consultora de inovação colaborativa faz o balanço do ano com 10 novos clientes, 46% da faturação no estrangeiro, um novo escritório no Brasil e a chegada a novas geografias.
Sim, tive já a oportunidade de ler a “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020–2030”, da autoria de António Costa Silva. Um documento abrangente no diagnóstico e nas estratégias e inteligente na argumentação das opções.
O mundo está virado do avesso, perplexo perante uma inesperada crise mundial. Mas é importante perspetivar soluções e desenvolvimentos para o pós-Covid. Os empreendedores devem focar-se e pensar como podem melhorar o seu SEO.
Para podermos aproveitar nas empresas a capacidade empreendedora dos seus colaboradores, as novas metodologias baseadas no “lean startup” e o relacionamento com o ecossistema empreendedor que as rodeia, de forma a fortalecer e acelerar o processo de inovação, é essencial ter uma estratégia de inovação. Neste artigo irei apresentar, passo-a-passo, como definir essa estratégia.
Está na altura de os líderes de start-ups mudarem a sua abordagem de liderança, diz a Harvard Business Review. Porquê? É simples: estudos mostram que, nas alturas críticas no crescimento de uma start-up, o capital de risco substitui 20 a 40% dos fundadores por gestores mais experientes.
Uma das coisas que aprendi quando passei a participar na gestão das universidades em que trabalhei é que há organizações em que há pessoas que são consideradas pessoas de segunda.
Entrevista/ “A obsessão com o dia de hoje leva-nos a seguir categorias e não a criar mudanças culturais”
É diretor estratégico na agência R/GA EMEA, já desenvolveu projetos para lounges de aeroportos e de estações espaciais e já trabalhou marcas como a Nike e os Metallica. No dia 10 de outubro vai estar em Portugal para o Upload Lisboa e promete trazer toda a bagagem acumulada na sua experiência profissional sobre o que de melhor se pensa e faz em marketing.
Conhecido durante muitos anos como o “celeiro” do país, a realidade com que se depara o “meu” Alentejo atualmente é, no mínimo, desoladora.
Quando se fala dos temas de gestão, é comum dizer-se que a estratégia come tática todos os dias ao pequeno almoço, com o intuito de vincar a ideia de que primeiro se estuda, pensa e concebe uma ideia, transformada em decisão, para só depois a implementar, com base nos recursos disponíveis, capacidade de ação e criatividade.
"Employer of choice" pode ser um conceito ainda pouco conhecido no mercado português, mas se falarmos da dificuldade que as empresas têm atualmente em atrair novos talentos, já não é assim tão estranho. A verdade é que hoje as empresas deixaram de ter o ónus de escolher e passaram a ser escolhidas.

















