Tendo acompanhado a leitura de muitos planos de negócio e planos de marketing, verifico ser comum registar algumas debilidades ou dificuldades em fazer destes documentos um elemento crucial do desenvolvimento da estratégia da empresa.
Antes de abrir ou fechar uma empresa, deve entender o mercado atual, e saber atuar nos tempos de hoje. O mercado está em grande ebulição, com uma pandemia que continua a prometer dias difíceis para os empresários globais.
Recentemente, ouvi duas frases ditas por líderes empresariais e uma terceira referida por um comentador económico, sobre a transformação e estratégia digital, que confirma algumas menos boas perspetivas quanto à capacidade do tecido empresarial português criar as condições adequadas para ser competitivo no futuro próximo.
Os líderes das organizações, sejam grandes ou pequenas, tendem a pensar que é a gestão de topo quem determina a estratégia da organização. A experiência de trabalho em grandes, médias, pequenas empresas e start-ups, minhas e de outros, o falar com colegas, membros da minha equipa, concorrentes e académicos, do público e do privado, faz-me defender uma posição diferente.
Há várias interpretações do que é o “marketing”. Para muitas pessoas, é “publicidade”, “a arte de persuadir” ou simplesmente “promover produtos e serviços”. Segundo o “Pai” do marketing, Philip Kotler, é a arte de criar valor para o consumidor.
A utilização da palavra “estratégia” devia constituir um caso de estudo: cabe em toda e qualquer frase de um pomposo relatório, é atirada para a mesa em cada discussão e serve de reforço positivo a qualquer argumento.
No mês de janeiro dos últimos 13 anos o Negócios publicou a sua pesquisa anual sobre as perspetivas de mais de 100 empresários portugueses. Analisei as declarações dos empresários para os anos de 2020 e 2021. Usei Inteligência Artificial, mais especificamente Extração de Tópicos, uma técnica de Unsupervised Learning.
São diversos os mitos que decorrem da estratégia de marketing e que são detetáveis em várias práticas. Comecemos pela visão e missão. Estas têm forçosamente de corresponder a ambições e práticas reais, que possam ser confirmadas no dia a dia pela forma de estar das organizações.
Um dos maiores desafios que muitas equipas enfrentam é a capacidade de se manterem alinhadas com os objetivos que definem quando, todos os dias, surgem novas solicitações, prioridades e temas aos quais é preciso dar atenção.
Não há nada mais forte que um ser humano educado, com bons princípios, mas enquadrado no ambiente certo. Hoje venho escrever sobre o "milagre" liberal chileno.
Quando falamos em vendas e marketing, não é raro ver a estratégia de muitas empresas reduzida a uma mera checklist. O processo é condensado em pequenos passos, como angariar o cliente; enviar materiais de nutrição; esperar que faça a passagem pelo funil de compra até poder enviar uma proposta e fechar negócio.
Ajudar as empresas a criar valor nas suas decisões de investimento e a acelerar o seu retorno real é o propósito de uma das novas propostas da Winning Scientific Management, a BC Tool. O CEO Leandro Pereira explica as mais-valias desta ferramenta, revela as ambições que tem para o projeto e aborda as tendências do seu setor de atividade.

















