Existe uma solidão específica que surge quando uma pessoa começa a mudar internamente antes de o mundo à sua volta perceber. Não é ausência de companhia. Não é isolamento físico.
Entrevista/ “Enquanto o fundador decidir tudo, as outras pessoas podem executar, mas dificilmente conseguem liderar”
"Costumo comparar o WiRED Group a uma orquestra. Cada músico domina o seu instrumento, mas todos trabalham a partir de uma direção comum. No nosso caso, cada empresa tem as suas equipas, competências e proposta de valor, enquanto o grupo assegura uma visão estratégica, uma cultura e uma orientação partilhadas", afirma Michel Gonçalves.
"Durante muitos anos as empresas competiram por dimensão. Hoje competem por capacidade de adaptação. A vantagem competitiva deixou de ser apenas fazer melhor. É perceber mais cedo. Quem consegue ler o contexto antes dos outros toma melhores decisões, gere melhor o risco e transforma a incerteza em oportunidade", afirma Marlene Gaspar, diretora-geral da LLYC Portugal.
Persiste a ideia de que liderança, marketing e estratégia são áreas separadas. Na prática, são dimensões inseparáveis da mesma realidade.
A Apothékary transformou a TikTok Shop num canal de vendas. Em apenas 30 dias, a marca de bem-estar faturou 1 milhão no TikTok. Eis como o conseguiu.
Durante muitos anos, os empresários habituaram-se a pensar o mundo como um espaço relativamente previsível. A geopolítica existia, claro, mas parecia acontecer num plano distante da gestão quotidiana das empresas.
No fim de semana, podei a minha romãzeira. Ficou mais “pobre” à vista: menos ramos, menos volume, mais espaço. No meio dos ramos, um detalhe: um ninho vazio. Um ciclo completo, deixado para trás sem drama.
Um novo estudo da Capgemini revela que, após uma era marcada pelo grande entusiasmo em torno da IA, os líderes empresariais estão agora cada vez mais realistas e pragmáticos nas suas estratégias, tendo começado a utilizar a tecnologia nos seus processos de tomada de decisão.
Há uma razão cultural para a execução ser subvalorizada: ela é anti-heroica. Não tem o brilho da visão. Tem a monotonia do progresso.
Durante muitos anos, para muitas organizações, falar de outsourcing de TI era falar essencialmente de redução de custos. Externalizar significava poupar, aliviar estruturas internas ou responder a necessidades pontuais.
Já vi este filme vezes suficientes para reconhecer o guião cedo: sala cheia, energia alta, slides impecáveis, uma narrativa ambiciosa sobre o futuro. Há frases fortes, há alinhamento aparente, há até aquela sensação coletiva de “agora é que é”. E depois… passa o tempo.
Estamos a assistir a um ponto de viragem na forma como as empresas pensam a estratégia, o marketing estratégico e os modelos de gestão.














