Crescer ou morrer são duas hipótese que os negócios enfrentam. Os economistas chamam-lhe o imperativo do crescimento. Mas o que é que pode condenar uma estratégia de expansão?
Se tivesse de escolher, diria que uma boa estratégia de negócios é melhor que uma execução eficiente ou vive-versa? Descubra a resposta neste artigo, segundo os autores Benjamin Gilad e Mark Chussil.
A noção de estratégia tem evoluído com os tempos e, não raras vezes, é utilizada e pensada de forma errada. Não é por um ato de gestão ser importante ou por se refletir no médio e longo prazo (cujos horizontes temporais também são hoje questionáveis), que o mesmo se torna estratégico.
Os meios de comunicação social podem ser fortes aliados das empresas de Tecnologias de Informação (TI). Ao contrário de outros canais, onde é fácil contabilizar os resultados dos investimentos, nos meios de comunicação social, essa contabilização pode não ser sempre tão linear. Isto porque, além dos canais digitais, muitos jornais e revistas ainda dispõem da versão em papel que, além da tiragem, poucos dados mais pode fornecer sobre quem realmente leu o quê.
Diversos estudos apontam que quanto maior a colaboração entre os departamentos de marketing e vendas, maiores os benefícios para o resultado da organização.
Um livro que aprofunda todas as temáticas relacionadas com a tomada de decisão das áreas da estratégica, comercial e marketing com vista à criação de valor para os clientes. Apresenta 80 métricas que o podem ajudar.
“Um manual de treino para nossos tempos conturbados”. É desta forma que os analistas classificam a mais recente obra de John Lewis Gaddis.
Definir uma proposta de valor que seja simultaneamente simples, real e clara, continua a ser um exercício de difícil execução para muitas empresas. Ou porque não se focam no seu grau de diferenciação ou porque lhes falta capacidade para o fazer, ou ainda porque ainda não estão orientadas para os clientes.
A sua empresa é eficaz a inovar? Caso não seja, confira se algumas destas barreiras à inovação lhe são familiares.
Ronaldo Nazário, jogador brasileiro, batizado de “O Fenómeno”, foi sem dúvida um dos melhores jogadores de sempre a pisar os relvados.
A inovação não resulta de eventos ou atuações casuísticas, mas sim de uma atuação consistente que permite acumular conhecimento, gerar competências, mobilizar recursos e sedimentar parcerias com atores externos relevantes.
No ensino primário, os meus pais foram chamados à escola para falar com a minha professora. O caso era grave e repetia-se vezes sem conta. Na perspetiva de quem liderava, era preciso fazer alguma coisa, tinham sido ultrapassados os limites.
















