Pode a biologia fazer-nos pensar na pertinência, relevância e absoluta importância de pessoas-chave nas nossas equipas? Claro que pode. Partimos de um caso da ciência como metáfora para refletirmos no valor que certos colaboradores têm – sobremaneira – nas nossas empresas. Por mérito próprio.
Trabalhou na Yoplait, na Warner Lambert que tinha as conhecidas chiclets Adams, na Schweppes e na filial húngara da Dan Cake. João Catalão é hoje um nome incontornável quando se fala de coaching e mentoring. Aos 66 anos, continua a acreditar no poder da transformação e a gostar de estar atrás das pessoas.
Entrevista/ “Estou convicto que as ferramentas digitais nunca substituirão completamente a interação humana”
"Acredito que a diversidade é um trunfo para qualquer empresa, e é por isso que devemos investir nas nossas pessoas e nas suas diferenças", defende o novo CEO da Teleperformance em entrevista ao Link To Leaders.
Qualquer organização, quer seja uma empresa já com maturidade no mercado ou em fase de arranque ou uma grande corporação, precisa de uma liderança forte e ágil que conduza os seus colaboradores a mudanças e os ajude a enfrentar um panorama em constante mudança e volatilidade.
Ajudar as empresas a construir a mentalidade, a cultura e a estrutura para transformar a sua organização, mas sempre centrada nas pessoas, é o core business do AMMA Lab. A start-up foi criada em 2021 e agora está interessada num investidor para continuar a crescer.
Cada vez mais deparamo-nos com a banalização da palavra coaching, e, com base na minha experiência na área de coaching psicológico para executivos, acredito que se fosse efetuado um verdadeiro trabalho de coaching cada vez que ouvimos que: é preciso fazer coaching, temos de lhe dar coaching, também sou formado em coaching, etc…, as organizações e as pessoas que as constituem estavam mais robustas, mais felizes, mais seguras e mais eficazes.
Se ainda está a preparar a festa de Natal da sua empresa, e está com dificuldade em conjugar as singularidades culturais e pessoais de todos os colaboradores, a Zühlke sugere 5 práticas que pode adotar.
O próximo ciclo económico será muito desafiador para as lideranças. A volatilidade e a incerteza já são uma realidade. Liderar nestes contextos exige tomar todas as ações defensivas corretas e, ao mesmo tempo, tirar partido da volatilidade e incerteza e utilizá-las como catalisadores para galvanizar ações em torno de novas oportunidades de crescimento futuro da organização e das suas pessoas.
O burnout de CEOs e líderes está a tornar-se uma realidade cada vez mais difícil de esconder. As mudanças do mercado de trabalho nos últimos anos, estão a levar a uma sensação de crise constante e a um esgotamento emocional. Como podem os líderes lutar pela cultura da empresa e pelo bem-estar no local de trabalho, se também eles estão esgotados?
Ajudar as empresas a colocarem os trabalhadores no centro da sua estratégia, criando equipas mais interligadas, é o foco do trabalho desenvolvido por algumas start-ups europeias que se têm destacado neste domínio.
Frequentemente ouvimos líderes dizer que precisam de controlar as suas equipas porque não confiam, porque precisam de incutir mais ritmo, porque precisam de garantir a qualidade do serviço e do produto ou, pura e simplesmente, porque “compete ao chefe controlar”. Felizmente, esta última razão é cada vez menos invocada!
Pós férias… neste momento sente-se motivado? É comum ser difícil voltar a engrenar, a ter elevados níveis de energia e entusiasmo no regresso ao trabalho. A ter auto motivação, portanto. Mas quando temos equipas já não falamos só da nossa motivação. Falamos da motivação das nossas equipas para que a organização volte a entrar numa espécie de dança, de movimento gerador de sucesso.
















