A formação profissional deve estar entre as prioridades da agenda político-económica portuguesa. É que, para além da necessidade de aumentar a produtividade e acelerar a transformação digital das empresas, importa reconverter, com urgência, profissionais de vários setores, em particular do turismo, que caíram no desemprego devido à pandemia de covid-19.
A Associação Nacional de Jovens Empresários acaba de lançar uma nova plataforma de e-learning, que reforça e complementa a oferta de formação on-line da Associação. Chama-se FOCO ANJE.
À semelhança do que sucede com os restantes apoios à economia, também as medidas específicas para minorar o impacto da pandemia de Covid-19 no ecossistema empreendedor estão envoltas em burocracia e o financiamento tarda em chegar às start-ups.
Não têm faltado, durante a atual crise pandémica, bons exemplos de empreendedorismo em diferentes setores da nossa sociedade. Os portugueses estão a demonstrar iniciativa, proatividade e resiliência no combate à Covid-19 e aos seus efeitos socioeconómicos. E o ecossistema empreendedor não é exceção.
A pandemia de Covid-19 está a ter um impacto avassalador na economia mundial e os seus efeitos vão ser ainda mais severos do que os da crise financeira de 2008-09. É, de resto, muito provável que haja alterações de paradigma em várias áreas.
O conceito de empreendedorismo surge habitualmente associado à capacidade de criar e gerir empresas, de identificar oportunidades de negócio, de investir assumindo riscos, de inovar no desenvolvimento de produtos, de valorizar economicamente o conhecimento…
Um dos grandes problemas do nosso ecossistema empreendedor é a morte prematura de start-ups, situação que impede o país de beneficiar do potencial de riqueza, emprego e exportações de muitas empresas, designadamente tecnológicas.
A agricultura e pescas é um dos setores com maior vitalidade no pós-troika. Há hoje mais empresas, mais lucros e mais exportações. Entre 2013 e 2017, o número de sociedades criadas no setor cresceu 31% (de 4200 para 17 613).
O projeto criado por Gonçalo Martins Ribeiro e Fabiana Clemente há pouco mais de seis meses acaba de ser distinguido pela Agência Nacional de Inovação (ANI) como Born from Knowledge.
Nos próximos dias 13 e 14 de dezembro, a Casa da Arquitetura de Matosinhos vai receber a Feira do Empreendedor. A iniciativa é da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).
Entre 2014 e 2018 foram criados, em Portugal, 414.000 empregos líquidos. Cerca de três quartos destes postos de trabalho (348.716) resultaram da abertura de novos negócios, segundo dados da Informa D&B. Em média, cada nova empresa criou três a quatro empregos.
Nos últimos anos multiplicaram-se, em Portugal, os prémios de empreendedorismo. Mais do que um fenómeno de moda, a profusão de distinções nesta área decorre da extraordinária evolução do nosso ecossistema, da notoriedade mediática de empreendedores e suas start-ups, da crescente importância da inovação na nossa economia e da valorização pública da iniciativa empresarial. Neste sentido, os prémios traduzem uma cultura empreendedora cada vez mais enraizada no país.











