Conhecido durante muitos anos como o “celeiro” do país, a realidade com que se depara o “meu” Alentejo atualmente é, no mínimo, desoladora.
Empresas e Start-Ups
Durante muitos anos senti-me triste por achar que os mérito dos objetivos que tinha atingido não era meu. Os objetivos em que pus mais do meu esforço são os artigos académicos que tenho publicado nos últimos anos e o mérito desses artigos não é mesmo nada só meu.
A diretora da Michael Page Portugal conversou com o Link To Leaders sobre os desafios que enfrentam as empresas portuguesas em termos de estratégias de diversidade e inclusão, e deixou conselhos às start-ups que queiram recrutar de forma eficaz.
Redigi um artigo em 2016 onde afirmava que o futuro da autenticação digital iria chegar de forma muito rápida. Referia, então, que “num espaço de poucos anos não será necessário fazer login na generalidade dos sites ou lojas online. Todos terão acesso a tecnologia de alta qualidade e baixo custo de reconhecimento voz, face, iris, comportamental, etc. A sua cara e a sua voz passam a ser a sua carteira. Paga com a voz. Faz login com a face. Entra no espetáculo com a iris. Assina com a impressão digital. A polícia deixa de lhe pedir os documentos, tiram-lhe uma foto e pedem-lhe que soletre o número do cartão de cidadão.”
Atualmente, é necessário que as indústrias culturais e criativas se adaptem aos novos requisitos dos consumidores. No entanto, para isso acontecer, o tecido empresarial deve estar capacitado para responder à implementação das intituladas tecnologias emergentes, seja pelo lado da velocidade estonteante da inovação, seja pelo lado da captação, atração e retenção de talento.
Vivemos numa era em que o capitalismo parece estar fora de moda. As empresas estão numa crise reputacional única e muitas são as vozes que se atrevem a anunciar que o capitalismo está morto.
O meu último artigo gerou diversos tipos de ondas. As já clássicas ondas de simpatia, muitas das quais dos amigos que gostam de nós como somos, escrevamos nós as maiores baboseiras, e as dos críticos.
Apresentada oficialmente na semana passada, a Sherlock é uma plataforma imobiliária que quer revolucionar a maneira como se compra e vendem casas em Portugal. Um dos seus fundadores, Phil llic, explicou ao Link To Leaders o modelo de negócio e as ambições deste projeto proptech no mercado nacional.
As start-ups portuguesas que participaram na primeira edição da Web Summit em Lisboa, em 2016, captaram até hoje quase 60 milhões de euros em financiamento, após 41 rondas de investimento. E embora não contabilize o impacto do evento nas start-ups nacionais, o Ministério da Economia garante que a edição de 2017 da Web Summit produziu um valor acrescentado na economia do país de cerca de 124 milhões de euros.
Já entramos finalmente em agosto, mês de férias. Os balanços do primeiro semestre já devem estar feitos e calculado o grau de cumprimento dos programas de atividades para este ano. Tirando agosto, já falta pouco para o final do ano.
Ter a oportunidade de conhecer a componente legal e as especificidades socioculturais de mercados para onde desejam expandir os seus negócios. É este o objetivo da iniciativa "Negócios com Mundo", que tem a chancela do BPI e do CaixaBank, e que já vai na sua segunda edição.
Como ajudar de modo eficaz os países que depois de muito sofrimento chegaram a um estádio em que desejam elevar o nível material, cultural, científico, da sua população? Que fazer, sem despertar fantasmas da memória coletiva desses países explorados? Quais os países melhor posicionados para canalizar uma ajuda eficaz?












