Falas de propósito como quem fala de fé. Dizes que queres uma equipa alinhada, inspirada, comprometida. Mas, diz-me: quando foi a última vez que explicaste o porquê de fazeres o que fazes? Ligaste o propósito da empresa/organização ao sentido do trabalho de cada pessoa? Antes disso: sabes o que é o propósito da empresa/organização? Ou será que também tu já transformaste o propósito num slide fluffy que ninguém lê?
Empresas e Start-Ups
Entrevista/ “Os ativos digitais vieram para ficar”
"As oportunidades em torno de stablecoins e tokens de depósito são enormes e mostram como o setor está a evoluir", afirma Nuno Ferreira, CTO da Uphold.
Os agentes autónomos de IA representam a próxima evolução significativa na inteligência artificial. São agentes que vão além da simples interação verbal ou textual e que utilizam a IA para raciocinar, planear e concluir tarefas em conjunto com – ou em nome de – humanos.
Vamos esclarecer uma coisa: as Relações Públicas (RP) nunca estiveram mortas. Mas estão a viver um verdadeiro momento de renascimento — e desta vez, impulsionadas pela inteligência artificial, pela relevância nas pesquisas e por uma descoberta exponencial.
Portugal tem-se habituado a confundir transformação com digitalização e é precisamente essa confusão que explica o marasmo em que ainda se encontra boa parte da Administração Pública.
Satisfazer uma necessidade é o ponto de partida de toda a economia, mas também o reflexo das condições sociais de um povo. O que distingue necessidade de procura é o que cada um, segundo a sua capacidade financeira pode, de facto, transformar em ato de consumo.
Entrevista/ “A inovação está a deixar de ser periférica para ser o centro da estratégia das empresas”
"Faltam-nos perfis altamente especializados em inteligência artificial, cibersegurança e engenharia de dados, mas também competências de gestão de inovação, capazes de transformar boas ideias em projetos de valor", afirma António Valente, Country Manager da Ayming em Portugal.
Numa era em que a tecnologia e as emoções humanas se entrelaçam, a Inteligência Artificial (IA) surge na linha da frente da revolução das dinâmicas de liderança. Esta sinergia não só reforça as práticas tradicionais de liderança como também abre caminho para abordagens inovadoras na comunicação e no feedback.
E se o verdadeiro problema nas organizações não for a pressão, mas a ausência de estrutura, cultura e coragem para lidar com ela?
Em Portugal existem excelentes empresas de organizadores de eventos, com capacidade para criar eventos espetaculares e memoráveis em que o protocolo sendo invisível é o ingrediente secreto que contribui para o seu sucesso.
"Fundei a empresa com 1000 euros", revelou Rafael Guerreiro o jovem empreendedor de Loulé que aos 16 anos saiu da escola para dar os primeiros passos no empreendedorismo. Agora, lidera a Sentrion, que fundou há um ano e, aos 24 anos, traça novas metas profissionais e equaciona uma ronda de investimento. Leia a entrevista.
A Inteligência Artificial (IA) está a reconfigurar profundamente o papel do líder de topo. Se antes o foco de responsabilidade da liderança executiva se centrava na orientação estratégica e na gestão da organização num ambiente de relativa estabilidade, a IA muda o paradigma com a avalanche de informação, a automatização de decisões e mudanças tecnológicas exponenciais.












