No dia 12 de fevereiro estive numa conferência no ISEG que me fez pensar durante dias. "Educar 2040: o que fica, o que muda, o que importa" era o título, e confesso que, apesar de ter ido pelo interesse que o tema me desperta, saí com imensa curiosidade sobre o que o futuro nos reserva.
Empresas e Start-Ups
Num mundo em que tanto se prega (e bem) a inclusão e a diversidade temos que saber que isto significa incluir tudo e todos e aceitar a diferença. Para mim isso é claro como água. Eu diria que é uma questão de educação, no sentido mais nobre da expressão.
Grande parte da inovação europeia nasce de forma defensiva. Regulamos para proteger, inovamos para mitigar risco, digitalizamos para cumprir requisitos. A intenção é nobre e, em muitos casos, necessária.
"Os profissionais podem não verbalizar insatisfação em conversas diretas, mas os dados revelam tendências que os líderes precisam de conhecer", afirma Gonçalo de Salis Amaral, Head of People & Culture Consulting da Cegoc, a duas semanas da realização do People Engagement Summit e da apresentação dos resultados do People Engagement Survey.
A liderança das últimas décadas, na economia como na política, tem-se apresentado como especialmente moralista. As empresas apregoam exigentes códigos de ética, anunciam-se responsáveis e sustentáveis, garantindo múltiplas preocupações beneméritas para lá do lucro.
Muito recentemente escrevi sobre o poder persistente do patriarcado e sobre a forma como essa estrutura molda, de modo subtil e profundo, a vida de cada um de nós e a própria organização das sociedades.
"A literacia tecnológica não é apenas saber usar ferramentas, é compreender os seus limites, riscos éticos, proteção de dados, enviesamentos algorítmicos e impacto cognitivo", sublinha Margarida Rebocho, administradora-delegada da Fundação Semapa-Pedro Queiroz Pereira.
A inteligência artificial está a deixar de ser uma ferramenta clínica isolada para se tornar um instrumento de planeamento estratégico na saúde pública.
A minha irmã Clara Pinto Correia foi enorme. Na inteligência, na beleza, no brilho, na sedução, na escrita, no ensino, na ousadia, no inconformismo, no desafio das convenções ... e no desespero que nos causava com a sua recusa em aceitar fazer o que achávamos seria melhor para ela...
Sérgio Santos Pereira está prestes a completar o primeiro ano à frente da Forvis Mazars em Portugal e traça um balanço positivo, apesar dos desafios. "Foi um ano de consolidação, transformação e afirmação estratégica", revela. O gestor considera que ambição e prudência caminham lado a lado, e defende que a aposta no capital humano é chave para o crescimento sustentável.
Há uma inflação silenciosa a atravessar o mundo do trabalho que não aparece nos relatórios económicos nem nos dashboards de performance: a inflação de títulos.
Sempre se falou em motivação como um dos grandes fundamentos para o sucesso. Em quase todas as formações, livros de liderança e palestras inspiracionais, a motivação surge como o motor essencial para alcançar resultados.












