A digitalização redefine o futuro das empresas, mas o sucesso da tecnologia depende da capacidade humana de aprender, adaptar-se e liderar a mudança.
Empresas e Start-Ups
O ecossistema brasileiro de start-ups encerra 2025 com sinais claros de recuperação após anos desafiadores. Entre setembro e novembro, o mercado demonstrou resiliência e adaptação às novas exigências do cenário económico global, consolidando uma fase de crescimento mais seletivo e sustentável.
A cena repete-se há décadas. Founders trancados numa sala, a discutir, logos, pixels, frameworks e roadmaps. Horas infinitas a decidir se o botão deve ser azul ou verde, se o algoritmo já está otimizado, se a versão só pode sair quando estiver perfeita.
Entrevista/ “O futuro traz novas oportunidades e estamos preparados para continuar a inovar, aprender e criar impacto”
A InovaPrime celebra 20 anos de atividade com uma trajetória marcada por inovação, crescimento internacional e a criação de soluções que transformam a gestão das organizações. Para assinalar esta data, conversámos com Marco Batista, Managing Partner, sobre a evolução da empresa, o lançamento do Governance.Business e os planos para o futuro.
“Estou soterrado”, “não sei para que lado me vire”, “estou abaixo da tona da água”, “estou com a corda ao pescoço”, “estou a mil”, “estou até aos cabelos”, “não tenho mãos a medir”, “estou submerso”, e tantas outras expressões significam apenas uma coisa – excesso de trabalho.
Há poucos dias, numa conversa com um responsável por uma grande cadeia de retalho de moda, este partilhava uma dor que me ficou gravada: "Há uma tendência entre os gerentes de loja para dizerem que as pessoas agora não prestam, não servem, e por isso têm de ser eles a fazer tudo".
"Quando as mulheres que enfrentam sintomas potencialmente incapacitantes não recebem o apoio adequado durante a transição da menopausa, isso pode traduzir-se em menor produtividade, maior absentismo e perda de talento valioso", afirma Inês Marçal, People Operations Partner da farmacêutica Astellas.
A economia digital portuguesa entrou numa fase de consolidação e maturidade, deixando de ser apenas um setor emergente para se afirmar como uma infraestrutura económica transversal, capaz de impulsionar competitividade, inovação, produtividade e receita pública.
Há eventos que informam. Há eventos que inspiram. E depois há aqueles momentos em que uma equipa multidisciplinar de um Politécnico, como o de Tomar, decide que é tempo de fazer diferente. O Marketing Fest do Politécnico de Tomar foi a prova disso.
Nesta fase em que me preparo para uma nova mudança de país no Médio Oriente, apetece-me escrever sobre viagens. Não apenas sobre deslocações físicas, mas sobre o que verdadeiramente significam: atravessar fronteiras, conhecer o desconhecido e, sobretudo, aprender com a diferença.
"O que começou como uma pequena consultora tornou-se numa empresa tecnológica com uma missão clara: ajudar as organizações a recolher, unificar e analisar dados ambientais - eletricidade, gás e água - em todos os edifícios", afirma Javad Hatami, CEO e cofundador da Builtrix, start-up portuguesa de inteligência energética.
O futuro do trabalho está no centro do debate da Gestão, a nível global. Se as competências-chave destes novos tempos (soft-skills, digitais e outras) e as novas culturas desejadas (foco na agilidade e na colaboração) ocupam uma boa parte destas discussões, existe outra importante questão, que tem passado mais discreta em fóruns empresariais: o design das organizações e respectivas “estruturas” do futuro.












